RoB Love fala sobre nova fase da carreira e define som como ‘reggae contemporâneo’: ‘Isso só fortalece’
Depois de lançar Magic no começo do ano, RoB Love já olha para o próximo capítulo da carreira.
Em visita à redação da Rolling Stone Brasil no Rio de Janeiro, a cantora refletiu sobre como o álbum ganhou novos significados ao longo dos meses e revelou o que espera da fase que acompanha seu novo single.
Para ela, a principal transformação aconteceu quando as músicas deixaram o estúdio e chegaram ao palco.
O álbum ganhou uma nova vida nos shows RoB contou que a convivência com o repertório mudou sua relação com o disco, inclusive com as faixas favoritas.
“A gente sempre tem aquelas coisas preferidas que deixam de ser as preferidas e as outras passam a ser preferidas.
É esse movimento que vai acontecendo à medida que o álbum vai sendo tocado.
O fato de colocar ele ao vivo também me fez entender as músicas de uma forma diferente.” A cantora também destacou o processo de adaptar o trabalho, produzido por Mário Caldato e Cassim , para as apresentações ao vivo.
“Foi todo um processo de transformar o álbum, que foi produzido por Mário Caldato e Cassim.
Passar ele para o palco foi um processo super interessante e aí eu acho que foi onde essa intimidade com ele aconteceu mais.” Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por RoB Love (@roblove_) ‘É um reggae mais aberto’ Ao falar sobre a identidade sonora de Magic , RoB Love definiu o projeto como um “reggae contemporâneo” , distante das classificações mais tradicionais do gênero.
“Acho também que ele é um reggae, poder dizer contemporâneo, não sei como classificar, mas acho que ele é um reggae que faz sair um pouco daquele lugar usual do reggae roots e entra num lugar de um reggae mais aberto.” A artista explica que essa abertura faz parte da proposta do disco e da maneira como enxerga sua música hoje.
RoB Love (Foto: Alex Santana) A nova fase é sobre conexões Com um novo single a caminho, RoB Love diz que existe um objetivo muito claro para o momento atual da carreira: aproximar pessoas e criar parcerias.
“Eu acho que conexões.
É o que eu mais busco.” Ela afirma que esse movimento já começou a acontecer por meio do contato com outros artistas e músicos.
“Conexões com pares, com músicos.
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