Mini-índice (WINV26): confira suportes e resistências para hoje
Os contratos de mini-índice (WINV26) , com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (02/09) com forte alta de 3,04% , aos 187.900 pontos .
O Ibovespa avançou 3,05%, aos 185.205,09 pontos , alcançou o maior patamar desde maio e completou a 11ª alta consecutiva.
O movimento ganhou força após a pesquisa Quaest mostrar empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno, provocando queda dos juros futuros e valorização dos ativos brasileiros.
A produção industrial cresceu 0,2% em julho , mas abaixo do esperado.
No exterior, Wall Street subiu com o recuo dos rendimentos dos títulos, enquanto as bolsas europeias caíram em meio às tensões entre Estados Unidos e Irã.
Para os traders de mini-índice, os PMIs serão as principais referências de uma agenda mais esvaziada.
A continuidade do fluxo comprador em Petrobras ( PETR3 ; PETR4 ), Vale ( VALE3 ) , bancos e B3 ( B3SA3 ) deverá indicar se o contrato encontra força para acompanhar uma possível 12ª alta do Ibovespa.
O comportamento do petróleo, dos juros globais e das bolsas internacionais também poderá sustentar o avanço ou favorecer uma correção após a forte sequência positiva.
Análise do gráfico de 15 minutos Na minha leitura do gráfico de 15 minutos , o mini-índice encerrou a última sessão com forte presença compradora e acima das médias móveis de 9 e 21 períodos.
Essa configuração mantém o viés positivo no curto prazo, mas a continuidade da alta dependerá da capacidade do contrato de absorver a pressão vendedora nas próximas resistências.
Para prolongar o movimento comprador, o WINV26 precisa superar a faixa de 188.065/188.940 pontos .
Um rompimento consistente, preferencialmente acompanhado por volume, poderá abrir caminho para 189.575/190.345 pontos .
Se o fluxo positivo continuar, o alvo mais longo estará em 190.645/191.285 pontos .
No cenário contrário, observo como primeiro suporte a região de 187.495/186.800 pontos .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.