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Meningocócica ACWY: Rio aplica vacina contra contra meningite em pessoas de até 24 anos

G1 Rio de Janeiro ·
Meningocócica ACWY: Rio aplica vacina contra contra meningite em pessoas de até 24 anos

Rio amplia vacinação contra quatro tipos de meningite até 24 anos Pedro Ricardo Santos A prefeitura do Rio aplica até o dia 31 de outubro a vacina Meningocócica ACWY para pessoas de 1 a 24 anos.

A vacina também está disponível para trabalhadores de saúde, sem limite de idade.

A ação da Secretaria Municipal de Saúde do Rio busca otimizar os lotes disponíveis e proteger mais grupos contra a doença, que pode deixar sequelas graves e até levar à morte.

Para crianças pequenas, a vacina também está sendo aplicada em outubro aos três e aos cinco meses de vida, além do reforço de rotina entre 1 e 4 anos.

Para quem tem de 1 a 24 anos, e também para os trabalhadores de saúde, a vacina é aplicada em dose única.

Agora no g1 ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Vacina protege contra quatro tipos da Neisseria meningitidis Incorporada ao SUS em 2020, a vacina faz parte da rotina de imunização de adolescentes de 11 a 14 anos e de crianças de 1 a 4 anos.

Além dela, a rede municipal oferece outras vacinas contra a meningite, aplicadas entre os dois e os 12 meses de vida.

A Meningocócica ACWY protege contra quatro tipos da bactéria Neisseria meningitidis, também conhecida como meningococo, causadora da chamada doença meningocócica.

Ela pode se manifestar de duas formas principais: a meningite e a meningococcemia.

“A meningite é uma doença muito grave que pode ser causada por diferentes patógenos.

Para uma parte deles, o SUS disponibiliza vacinas gratuitamente.

A incorporação da Meningocócica ACWY para adolescentes há seis anos atrás, e mais recentemente para as crianças, foi um ganho imenso.

Esse resgate é uma chance para todos até 24 anos e também para os trabalhadores de saúde se protegerem”, diz o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Prado.

A doença meningocócica pode ser fatal em muitos casos e, mesmo quando o paciente se recupera, há risco de sequelas graves e permanentes, como perda auditiva, amputação de membros, convulsões e danos neurológicos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.

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