Turismo dos ventos: entenda como o kitesurf movimenta a economia e muda o litoral do Ceará
Como o kitesurf movimenta centenas de milhões de reais e transforma o litoral do Ceará Os ventos constantes e o mar 'flat', gíria do surf para dizer que as águas estão calmas e tranquilas, atraíram a nutricionista Carolina Sasaki, de 47 anos, até a praia do Cumbuco, em Caucaia, na Grande Fortaleza.
Carolina faz kitesurf há cerca de dois anos e esta é a segunda vez que vem ao Ceará aproveitar a temporada de ventos.
Na mesma região, o empresário e kitesurfista Gláucio Esteves, de 52 anos, se divide entre administrar uma pousada e um hostel voltados a turistas interessados no esporte, e também aproveitar as horas livres onde mais gosta de estar: no mar.
“O kite muda a vida”, resume.
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Nos últimos anos, esportes que usam a força dos ventos, como o kite, o windsurf e wing foil, cresceram no estado e se tornaram ativos importantes da economia. ➡️ Nesta reportagem, entenda como o kitesurf tem impulsionado o turismo cearense.
Além disso, saiba quais implicações ambientais e sociais o chamado 'turismo dos ventos' pode causar em comunidades praianas.
Turismo dos ventos: como o kitesurf movimenta centenas de milhões de reais e transforma o litoral do Ceará.
Arquivo pessoal Mudança de vida Carolina Sasaki, 47 anos.
Arquivo pessoal Natural de Brasília, mas moradora do Rio de Janeiro, Carolina Sasaki experimentou o kitesurf pela primeira vez nas águas cariocas, mas é no Ceará onde se sente mais segura para praticar com liberdade.
A nutricionista está no Cumbuco com o esposo e os filhos, que também praticam kite.
A atividade, mais do que exercício físico, representa um momento divertido em família para eles, que devem passar cerca de oito dias no litoral.
"Muitas pessoas que moram no Rio e fazem kite há muitos anos falaram para a gente vir ao Ceará.
Aqui o vento é constante, não é rajado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.