Olá, eu sou a ÍRIS (por João Pedro Pádua)
presentamos a ÍRIS, uma ferramenta preditiva de resultados eleitorais.
Ela utiliza um mecanismo cada vez mais conhecido do público, a agregação de pesquisas eleitorais.
Mas vai além.
As pesquisas eleitorais são fontes de dados que permitem simular a real preferência do eleitorado.
A ÍRIS reúne os levantamentos publicados pelos institutos e os combina em uma estimativa única, atualizada diariamente.
E em vez de produzir um índice de intenção de votos, compara os resultados, quantifica um intervalo de incerteza, que é inerente a todas as pesquisas, e calcula, com base em modelos estatísticos, as chances de vitória dos candidatos.
Para entender como funciona a ferramenta, podemos começar com uma analogia.
Na biomedicina, quando queremos descobrir se um remédio funciona, temos um grande desafio.
Seria logisticamente impossível chamar todas as pessoas que têm a doença para participar de um estudo.
Então, pesquisadore(a)s recrutam um grupo e testam o medicamento.
Se funcionar, temos uma boa evidência de que vai dar certo também com outros portadores da mesma enfermidade.
Esse passo, de projetar o resultado de um fenômeno em um conjunto limitado de pessoas para o conjunto total das pessoas chama-se inferência estatística e está na base de pesquisas clínicas e eleitorais.
As pesquisas eleitorais querem saber as preferências de cerca de 158 milhões de eleitore(a)s a partir de amostras de mil a 5 mil pessoas.
Parece milagre querer estimar a preferência de tanta gente, perguntando para relativamente tão poucos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.