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Rede de roupas infantis entra em falência pela segunda vez e começa a apagar mais de 800 lojas do mapa

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Rede de roupas infantis entra em falência pela segunda vez e começa a apagar mais de 800 lojas do mapa

A empresa quebrou pela segunda vez em 2019 e duas rivais dividiram entre si as marcas do grupo falido

Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O que você vai ver Qual rede infantil quebrou pela segunda vez. Quais concorrentes dividiram os pedaços da empresa. Quanto tempo durou a recuperação entre as duas falências. Como funcionou a liquidação dos estoques. Uma rede americana de roupas infantis entrou em falência pela segunda vez em menos de dois anos, e o desfecho teve um detalhe curioso: duas empresas concorrentes entre si acabaram dividindo os pedaços que restaram do grupo falido, cada uma levando marcas diferentes.

A rede é a Gymboree, que pediu Chapter 11 pela segunda vez em janeiro de 2019, menos de dois anos depois de ter saído de uma primeira recuperação judicial concluída em 2017.

Dessa vez, o processo terminou em liquidação total: 540 lojas Gymboree, incluindo unidades e outlets nos Estados Unidos e no Canadá, além de 265 lojas da marca irmã Crazy 8, foram todas fechadas definitivamente.

Gymboree rebranding by Pentagram (1993)(1/2) Really enjoy the 'Memphis Jr.' style this rebranding seems to embody; colorful and playful. These were scanned from Pentgram's 1999 monograph book along with issues of Graphis Magazine. pic.twitter.com/R0RKHYBZUJ

A The Children’s Place, rede concorrente direta no varejo de moda infantil, comprou a propriedade intelectual das marcas Gymboree e Crazy 8, incluindo nomes, marcas registradas, domínios e banco de dados de clientes, por cerca de R$ 420 milhões.

Ao mesmo tempo, a Gap comprou os ativos da Janie and Jack, outra marca do mesmo grupo falido, por aproximadamente R$ 190 milhões, incluindo site e dados de clientes, o que significou que duas rivais do setor de moda infantil terminaram levando, cada uma, uma fatia diferente do mesmo grupo que quebrou.

A Gymboree havia saído de uma primeira recuperação judicial em 2017, período em que reduziu dívida e fechou parte das lojas com pior desempenho, mas o fôlego durou pouco: menos de dois anos depois, a empresa já estava de volta ao tribunal, dessa vez sem alternativa além do fechamento total.

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