Dólar abre em queda de olho em desemprego no Brasil e petróleo no exterior
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (27) de olho no cenário interno e externo.
O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
Os mercados acompanham novos dados sobre a economia e os desdobramentos das negociações no exterior.
No Brasil, o foco está nos números de emprego, enquanto, lá fora, petróleo e tecnologia movimentam os investidores. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ No Brasil, o IBGE divulga a PNAD Contínua mensal, com os dados de desemprego do trimestre encerrado em julho.
O resultado pode influenciar as expectativas sobre uma nova redução dos juros pelo Copom. ▶️ Ainda na agenda brasileira, o IBGE também apresenta a Pesquisa Anual de Serviços (PAS) 2024.
Em 2023, o setor de serviços não financeiros reunia 1,7 milhão de empresas ativas e 15,2 milhões de pessoas ocupadas, com R$ 592,5 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações. ▶️ No exterior, os avanços nas negociações entre Omã e Irã para reabrir o Estreito de Ormuz são acompanhados pelos mercados, enquanto o petróleo registra leve alta.
Por volta das 8h45, o Brent subia 0,72%, a US$ 88,46, e o WTI avançava 0,19%, a US$ 82,39. ▶️ Nos EUA, os resultados da Nvidia reduziram as dúvidas sobre a demanda por inteligência artificial, após a empresa dobrar o lucro líquido e a receita no segundo trimestre.
Com isso, os contratos que indicam o desempenho esperado do Nasdaq apontavam forte alta nesta quinta-feira, dando novo impulso às ações ligadas à tecnologia e aos mercados globais.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar a Acumulado da semana: +0,14%; Acumulado do mês: +1,61%; Acumulado do ano: -6,15%. 📈Ibovespa Acumulado da semana: +2,08%; Acumulado do mês: -1,92%; Acumulado do ano: +8,35%.
Prévia da inflação: habitação e transportes puxam queda A prévia da inflação no Brasil caiu 0,40% em agosto, segundo o IBGE.
Isso significa que, em média, alguns preços ficaram mais baratos neste mês. (veja o que ficou mais caro e mais barato no mês) A queda foi puxada principalmente por: 🏠 Habitação (como energia elétrica e custos da casa); 🚗 Transportes; 🍎 Alimentos e bebidas.
Mesmo com essa queda em agosto, a inflação ainda acumula 3,09% no ano e 4,24% nos últimos 12 meses.
No entanto, esse índice ficou menor do que o registrado no mês anterior, quando estava em 4,52%.
Na prática, a desaceleração da inflação pode aliviar o custo de vida e aumentar as chances de o Banco Central reduzir os juros no futuro, embora essa decisão dependa de outros fatores econômicos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.