Reindustrializar SP começa pela educação”, diz Haddad ao lançar plano
O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, lançou neste sábado (22), na capital paulista, seu plano de educação e apresentou a formação profissional, a ciência e a tecnologia como pilares de uma estratégia de reindustrialização do Estado.
Segundo Haddad, a recuperação da indústria paulista passa por uma reforma da educação profissional.
“Se a gente quer preparar o Estado para a reindustrialização, nós vamos ter que fazer uma reforma da educação profissional no Estado”, afirmou.
Haddad defendeu maior integração entre escolas, universidades, institutos federais e empresas para formar profissionais capazes de acompanhar as transformações tecnológicas da economia.
A proposta também prevê aproximar a pesquisa acadêmica das demandas do setor produtivo.
Leia Mais Datafolha: Tarcísio tem 45% no 1º turno ao governo de SP; Haddad, 27% Datafolha: Lula lidera entre mulheres e pobres; Flávio, entre evangélicos Lula e Flávio revisam estratégia contra "flop" em atos de campanha “Precisamos associar formação profissional, tecnologia de ponta, infraestrutura, logística, para recuperar o atraso que esse governo representa para São Paulo”, disse.
Na avaliação do candidato, a política educacional deve estar articulada a uma estratégia mais ampla de desenvolvimento econômico.
Ele propôs reunir universidades paulistas, instituições federais e pesquisadores para elaborar um plano de desenvolvimento para o Estado, com foco na produção de tecnologia, formação de profissionais e registro de patentes.
“Temos três das melhores universidades no Estado e temos outras três federais que são tão boas quanto.
São instituições de altíssima qualidade.
Junta esse povo, olha o tamanho dessa comunidade.
Vamos ter que sentar com esse pessoal para montar um plano de desenvolvimento para o Estado”, afirmou.
Haddad também defendeu levar a SP Cine para o interior paulista, com estrutura para produção audiovisual e oferta de cinema gratuito.
A proposta, segundo ele, busca descentralizar a produção cultural e ampliar a integração entre escolas, institutos federais e iniciativas ligadas à tecnologia.
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