Os 25 anos do Museu do Samba no Rio: ‘identidade do povo brasileiro’
Aberto em 2001 como Centro Cultural Cartola, aos pés do Morro da Mangueira, o Museu do Samba, um espaço de 7.000 metros quadrados, logo passou a abrigar o maior acervo do gênero – que é patrimônio imaterial brasileiro desde 2007.
E chega agora aos 25 anos ostentando o título de patrimônio histórico e cultural imaterial do estado.
Na comemoração do aniversário, que fez o Teatro Municipal do Rio de Janeiro trocar a ópera pelo batuque, a fundadora, Nilcemar Nogueira , neta do compositor mangueirense Cartola e de Dona Zica , baluarte da verde e rosa, falou com a coluna GENTE .
Agora a coluna GENTE também está no Instagram .
Siga o perfil @veja.gente “São 25 anos da primeira e única instituição a cuidar da memória do maior patrimônio brasileiro que é o samba carioca.
E além de tudo isso, promovemos várias oficinas, vários trabalhos de desenvolvimento humano e social.
É um marco onde estamos renovando as nossas forças para continuar mantendo viva este samba, identidade do povo brasileiro”, disse, orgulhosa.
Publicidade
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.