Cidade de MT decreta emergência após paralisação de obra deixar moradores sem água
Prefeitura de Barão de Melgaço decretou situação de emergência por 90 dias em áreas afetadas pela paralisação das obras Reprodução A Prefeitura de Barão de Melgaço, a cerca de 120 km de Cuiabá, decretou situação de emergência por 90 dias em áreas afetadas pela paralisação das obras de substituição da rede de abastecimento de água.
Moradores estão sem água encanada e convivem com ruas escavadas, excesso de terra e poeira provocada pelo trânsito de veículos.
O Decreto foi assinado pela prefeita Margareth Gonçalves da Silva (União Brasil) na quarta-feira (12) e publicado nesta quinta-feira (13) no Diário Oficial dos Municípios.
Entre as medidas autorizadas está o fornecimento emergencial de água por caminhões-pipa.
O município também determinou que os responsáveis pela obra sejam notificados para apresentar informações sobre os motivos da paralisação e um cronograma para a retomada e conclusão dos serviços. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Agora no g1 Ruas abertas e poeira preocupam moradores Segundo o decreto, a interrupção ou precariedade do abastecimento afeta residências, comércios, repartições públicas e outros serviços instalados nas áreas atingidas.
A paralisação das obras também deixou trechos de ruas escavados ou sem a recomposição adequada.
Com o tempo seco, as altas temperaturas e a circulação de veículos, a terra se transforma em poeira, que acaba chegando às casas e estabelecimentos.
O documento cita preocupação principalmente com crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias.
Entre as ações previstas estão a umidificação periódica das ruas, retirada de terra e resíduos, reforço da sinalização e cuidados especiais nas proximidades de escolas e unidades de saúde.
O atendimento emergencial deverá priorizar postos de saúde, escolas, idosos, pessoas com deficiência e famílias em situação de vulnerabilidade.
Prefeitura vai cobrar responsáveis pela obra A Secretaria responsável pela fiscalização deverá notificar empresas executoras, responsáveis técnicos, concessionárias e órgãos públicos envolvidos na obra.
Eles deverão explicar os motivos da paralisação e apresentar um cronograma de retomada.
Também terão de informar quais medidas serão adotadas para restabelecer o abastecimento, reduzir a poeira, limpar as áreas e recompor as vias.
A prefeitura também pretende reunir documentos e informações que possam ajudar a identificar eventuais responsabilidades pelos prejuízos causados aos moradores e ao município.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.