Aprender antes de automatizar: os limites da IA na educação
Por Luiza Sassi Não é segredo para ninguém o tamanho e a relevância que a inteligência artificial alcançou em nível mundial.
Para se ter uma ideia, um estudo da PwC estima que a adoção ampla de ssa tecnologia pode elevar o PIB global em 15% até 2035, de pendendo do ritmo de implementação e da confiança nela.
Além disso, o relatório Future of Jobs 2025, do World Economic Forum , estima que ela, juntamente com o processamento de da dos, criará cerca de 11 milhões de empregos até 2030.
De ssa forma, é correto dizer que o seu uso na s escolas e universidades de ve ser irrestrito? Um estudo realizado na Cornell University , em 2024, mostrou que professores têm conhecimento crescente sobre essas ferramentas e, em geral, enxergam um bom potencial para o processo educacional.
Além disso, a pesquisa TIC Educação revelou que 70% dos estudantes brasileiros do Ensino Médio usuários de internet recorrem à IA generativa para pesquisas escolares.
Entre os alunos do Ensino Fundamental, o uso também já aparece: 39% nos anos finais e 15% nos anos iniciais.
De fato, existem alunos que se utilizam de chatbots para auxiliar nos estudos, criando questões sobre de terminada matéria para treinarem para provas e simulados.
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