Ex-secretário municipal de Transporte está entre as vítimas de cachina em Formosa motivada por dívida, diz polícia
Quatro homens são mortos a tiros ao irem a casa de PM para cobrar dívida Gustavo Fernandes Graças, de 30 anos, ex-secretário municipal de Transporte de São João d'Aliança, no nordeste do estado, está entre as vítimas da chacina que aconteceu em Formosa, no Entorno do Distrito Federal.
A informação foi confirmada por meio de uma nota publicada nas redes sociais do município onde Gustavo trabalhou.
Ele foi lembrado pelos serviços prestados ao município, que decretou luto oficial de três dias (veja a nota na íntegra no final da matéria).
"A Prefeitura Municipal de São João d'Aliança manifesta profundo pesar pelo falecimento de Gustavo Fernandes Graças, ex-secretário municipal de transportes", diz trecho da nota da prefeitura.
Segundo a Polícia Militar (PM), a chacina aconteceu nesta terça-feira (11), quando um tiroteio deixou quatro pessoas mortas.
Os militares encontraram uma caminhonete com dois corpos no interior do veículo e outros dois caídos na rua, todos do sexo masculino.
Os suspeitos fugiram após o crime.
Como eles não tiveram os nomes divulgados, o g1 não conseguiu localizar as defesas.
O g1 pediu um posicionamento da Polícia Militar (PM) a respeito do caso envolvendo um policial, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
Gustavo Fernandes Graças, de 30 anos, ex-secretário municipal de Transporte de São João d'Aliança Reprodução/Instagram da Prefeitura de São João d'Aliança LEIA TAMBÉM: Chacina em Formosa deixa quatro mortos Chacina em Formosa foi motivada por cobrança de dívida de R$ 250 mil, diz delegado PM da reserva está entre suspeitos de cachina em Formosa, diz polícia Motivação De acordo com o delegado que investiga o caso, José Antônio Sena, a chacina foi motivada pela cobrança de uma dívida de R$ 250 mil.
Ele contou ao g1 que as vítimas foram até a casa de um policial militar da reserva para fazer a cobrança, quando foram baleadas pelo militar e por outras duas pessoas enquanto ainda estavam dentro de um carro.
Ainda de acordo com o delegado, a dívida era referente à compra de um caminhão do tipo prancha.
A polícia também suspeita de que as vítimas fizessem empréstimos, atuando como agiotas, mas que, inicialmente, a principal linha de investigação é de que o crime tenha sido motivado somente pela dívida do veículo de grande porte.
"As inteligências da Polícia Civil e Polícia Militar têm informações de que eles também mexiam com agiotagem, mas, de antemão, o fato refere-se a esta dívida de R$ 250 mil", disse o delegado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.