quinta-feira, 13 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Troca de comando na Gol: Andre Fehlauer assume como CEO da companhia aérea Vale prevê elevar processamento anual de cobre em 6 milhões de toneladas Dólar ronda R$ 5,18 e Bolsa reage, com economia dos EUA no radar Vendas do varejo crescem 0,5% em junho, com impulso dos supermercados PBG tem prejuízo ajustado de R$ 58,6 milhões no segundo trimestre, 53,1% maior Votorantim Cimentos lucra R$ 628,0 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 65% Track & Field lucra R$ 44,3 milhões no segundo trimestre, alta de 8,2% Iguá Saneamento registra prejuízo de R$ 198,9 milhões no segundo trimestre CSN Mineração lucra R$ 219,4 milhões entre abril e junho, alta de 89,5% SIMPAR reverte prejuízo ajustado e lucra R$ 52,2 milhões no segundo trimestre Troca de comando na Gol: Andre Fehlauer assume como CEO da companhia aérea Vale prevê elevar processamento anual de cobre em 6 milhões de toneladas Dólar ronda R$ 5,18 e Bolsa reage, com economia dos EUA no radar Vendas do varejo crescem 0,5% em junho, com impulso dos supermercados PBG tem prejuízo ajustado de R$ 58,6 milhões no segundo trimestre, 53,1% maior Votorantim Cimentos lucra R$ 628,0 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 65% Track & Field lucra R$ 44,3 milhões no segundo trimestre, alta de 8,2% Iguá Saneamento registra prejuízo de R$ 198,9 milhões no segundo trimestre CSN Mineração lucra R$ 219,4 milhões entre abril e junho, alta de 89,5% SIMPAR reverte prejuízo ajustado e lucra R$ 52,2 milhões no segundo trimestre
Últimas

Líder de partido antigerra marginalizado na Rússia afirma que não será silenciado

UOL Notícias ·
Líder de partido antigerra marginalizado na Rússia afirma que não será silenciado

MOSCOU, 13 Ago (Reuters) - O líder do único partido antigerra registrado na Rússia afirmou que permanecerá no país e continuará lutando por mudanças, apesar da ​crescente pressão das autoridades que levou à exclusão ​do partido das próximas eleições parlamentares.

A Suprema Corte decidiu na segunda-feira impedir a participação do partido liberal pós-soviético Yabloko nas eleições de setembro, uma decisão que, segundo o líder Nikolai Rybakov disse à Reuters, ​reflete a preocupação das ⁠autoridades de que ​seu apelo para pôr fim à guerra na Ucrânia, que dura ⁠mais de quatro anos, estivesse encontrando eco entre ​os eleitores.

“Para nós, o apoio do povo que existe agora, que é completamente óbvio e impossível de esconder, é muito mais importante do que a decisão ‌do tribunal”, declarou ele em entrevista em ‌Moscou, relatando ​que, após o veredicto, centenas de apoiadores nas ruas gritaram “Vergonha!” em voz alta o suficiente para serem ouvidos claramente dentro do tribunal.

O Yabloko possui apenas alguns assentos regionais e não ‌tem representação na Duma, a câmara baixa do Parlamento, que é dominada pelo partido Rússia Unida, apoiado por Putin.

A votação de setembro elegerá os membros da câmara baixa, que conta com 450 cadeiras. É praticamente certo que o Rússia Unida manterá seu domínio, embora Rybakov tenha afirmado que o Yabloko seria um candidato mais forte do que o esperado se fosse autorizado a concorrer.

O Yabloko está recorrendo da decisão da Suprema Corte, que se seguiu a uma ação judicial ‌alegando que o partido recebeu apoio de campanha não declarado de fontes ocidentais, entre outras acusações que ele nega.

“Eu digo a todos que isso é apenas ​o começo, porque muitas pessoas só agora começaram a prestar atenção”, disse ele em seu escritório, onde um cartaz escrito à ‌mão dizia: “Pessoal, não matem uns aos outros”.

“Uma das coisas que as autoridades gostariam muito de ver é que as pessoas fiquem desiludidas, que decidam que estão sozinhas, que não ‌há ninguém ao seu redor que ‌pense da mesma forma que elas.”

O veterano da oposição, de 47 anos, disse que não tem planos de deixar a ⁠Rússia, apesar das rígidas leis de censura e de outras medidas legislativas de tempo de guerra que levaram muitas figuras da oposição e ativistas a fugir ou a correr o risco de serem processados por expressarem opiniões contra a guerra ou outras formas de dissidência.

“Estou na Rússia ​e permanecerei na Rússia”, ​afirmou Rybakov, que usava um broche com uma pomba da paz na lapela. “Só é possível mudar o que está acontecendo na Rússia, mudar a situação política na Rússia, estando dentro do país.”

É difícil avaliar a oposição pública à guerra devido aos rígidos controles estatais sobre a dissidência, mas a porcentagem de russos que afirmam apoiar as ações de suas forças armadas na Ucrânia caiu para 66% em julho, o nível mais baixo ⁠desde fevereiro de 2022, de acordo com o Levada Center, uma empresa de pesquisa não governamental ​que consta na lista de agentes estrangeiros de Moscou.

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›