Anvisa proíbe suplementos alimentares e lote falsificado de medicamento; saiba marcas
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta segunda-feira, 17, a fabricação e a venda de três suplementos alimentares irregulares.
Um deles é o Suplemento Alimentar Newfit , fabricado pela empresa Romario Barbosa Bueno.
Segundo a agência, foram identificadas no produto “substâncias farmacologicamente ativas não declaradas em sua rotulagem”.
As substâncias em questão são a sibutramina, a fluoxetina e a furosemida.
Nenhuma delas aparece na embalagem do produto.
De acordo com a Anvisa, a conclusão veio de um teste realizado pelo Laboratório de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
A medida, publicada no Diário Oficial da União , determina a apreensão do produto e proíbe ainda a divulgação, a distribuição e o uso de todos os lotes.
Também foi alvo da resolução o suplemento Mounja Gummy , fabricado pela Bela Blue Beauty Ltda., que, segundo a Anvisa, não possui registro, notificação ou cadastro no órgão .
A medida determina a apreensão do suplemento em gomas e proíbe fabricação, venda, distribuição, importação e divulgação do produto.
Continua após a publicidade Uma outra resolução da Anvisa determinou ainda o recolhimento de todos os suplementos alimentares da marca Shark Pro , fabricado pela empresa RCA LABS LTDA.
A medida se deu após uma inspeção realizada pela Vigilância Sanitária municipal de Capivari (SP), que encontrou “falhas graves de Boas Práticas de Fabricação”.
Entre elas, a agência cita ausência de controle de qualidade da matéria-prima, armazenamento inadequado da matéria-prima e ausência de registros de manutenção preventiva dos equipamentos .
Também foi comprovada a ausência de estudos de estabilidade dos suplementos alimentares e falta de regularização (notificação) de alguns suplementos alimentares.
Continua após a publicidade Os produtos não podem ser fabricados, distribuídos, divulgados e utilizados.
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