Forças israelenses emitem ordens de despejo forçado e invadem casas na Cisjordânia
As forças israelenses detiveram na noite de domingo (16/08) nove membros de uma família palestina em uma casa nos arredores da vila de Beit Imrin, a noroeste de Nablus, na Cisjordânia ocupada, após um ataque de colonos israelenses , de acordo com a agência de notícias Wafa . O veículo informou que os colonos cercaram a residência durante três horas e, logo depois, os moradores acabaram presos pelo Exército.
As informações foram divulgadas enquanto outras três famílias palestinas também permaneciam retidas em suas casas na vila de Qusra, ao sul de Nablus, após um outro cerco israelense.
Posteriormente, a Wafa relatou que as forças israelenses invadiram as cidades de Al Shawawra e Za’atra, a leste de Belém. No entanto, nesta região, ninguém foi detido. Em Silwan, um bairro palestino em Jerusalém Oriental ocupada, as tropas invadiram os arredores de uma residência. Por lá, as autoridades israelenses já haviam emitido ordens de despejo forçado, visando três casas pertencentes à família Maragha, que viviam nessas casas há décadas.
O Exército de Israel também ordenou o despejo de mais de 70 famílias palestinas na cidade israelense de Lydd, conforme a Wafa . As famílias, que foram ouvidas pela agência, denunciaram a invasão e disseram que vivem em suas casas desde antes da criação do Estado de Israel. Enfatizaram, também, que se recusam a abandonar seus lares.
As hostilidades do regime sionista escalaram nos últimos dias. Neste domingo, o ministro de Segurança Nacional de extrema direita, Itamar Ben-Gvir, defendeu que, todas as noites, pelo menos “30 ou 40” palestinos deveriam ser assassinados todas as noites pelas forças israelenses. Defendeu ainda a criação de assentamentos na Faixa de Gaza, além da Cisjordânia ocupada.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em operamundi.uol.com.br — o conteúdo pertence a Opera Mundi.