Circulação de água em aterro provocou cratera na BR-324, diz DNIT
Dnit decreta situação de emergência na BR-324 após surgimento de cratera afetar trânsito na BA há uma semana Reprodução/TV Bahia O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) concluiu que a circulação de água no interior de um aterro provocou os buracos no Km 604 da BR-324, na cidade de Simões Filho, localizada na Região Metropolitana de Salvador.
O resultado das investigações do órgão foi divulgado nesta terça-feira (18).
Para chegar à conclusão, o departamento realizou sondagens, estudos geofísicos, inspeções e testes no local.
O órgão concluiu que a água estava circulando pelo interior do aterro da rodovia e o fluxo provocou o carregamento de parte do material utilizado na estrutura da estrada, formando vazios subterrâneos.
Com a perda do material, a sustentação de certos pontos do aterro provocou os buracos no pavimento.
A fim de corrigir o problema, o DNIT determinou a construção de um novo bueiro para permitir o escoamento da água. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia A estrutura deve ser implementada por um método "não destrutivo", o que evitará grandes intervenções na posta e permitirá ações de manutenção.
Agora no g1 Além disso, o órgão planeja realizar o tratamento do aterro, com a injeção de material cimentício para preencher os vazios existentes.
Ainda não há data definitiva para a conclusão das medidas detalhadas, mas o DNIT afirmou que as soluções já estão em andamento.
Rodovia está parcialmente interditada No dia 5 de agosto, o DNIT informou à TV Bahia que o fluxo da rodovia seguia parcialmente interditado.
A circulação de veículos na região está sendo realizada por meio de duas faixas: uma na pista principal e outra pela via marginal.
Em nota, o órgão detalhou que o local foi devidamente sinalizado e equipes atuam na rodovia para manter a segurança dos motoristas.
Grande congestionamento é formado após BR-324 voltar a ser parcialmente interditada Reprodução/TV Bahia Relembre o caso O problema começou no dia 7 de julho, quando um afundamento do pavimento provocou a interdição do trecho no sentido Feira de Santana.
A pista chegou a ser liberada no dia seguinte, mas uma nova cratera se abriu no mesmo ponto, causando nova interdição total e congestionamentos de até quatro quilômetros.
Durante as obras, técnicos identificaram que o buraco era apenas a parte visível do problema.
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