Raio-x do GARE11: veja carteira, locatários e dividendos do fundo
Raio-x do GARE11: veja carteira, locatários e dividendos do fundo Com uma carteira diversificada entre renda urbana, logística e escritórios, o fundo imobiliário GARE11 encerrou junho de 2026 com 33 imóveis e cerca de 463,8 mil metros quadrados de área bruta locável.
O relatório mais recente aponta vacância física e financeira zerada e prazo médio remanescente dos contratos (WAULT) de 9,89 anos.
Este raio-x reúne dados de carteira, ocupação, contratos e os dividendos do GARE11 , em caráter exclusivamente informativo.
Pela receita imobiliária de junho, 61% provinham de imóveis de renda urbana, 31% do segmento logístico e 8% de escritórios.
Os ativos estão distribuídos por 15 estados e locados a 11 inquilinos.
Entre os locatários, figuram Grupo Carrefour, BAT, GPA, Grupo Mateus, MRV, Air Liquide, Desco, Mercado Livre, 3 Corações, Vale e Almanara, com o Carrefour na liderança da receita, seguido por BAT e GPA.
Como são os contratos do GARE11 A estrutura contratual do fundo mostra predominância de contratos atípicos, que representam 94% do portfólio, frente a 6% de contratos típicos.
Considerando a receita contratada, o WAULT era de 9,89 anos no fim de junho, reforçando a previsibilidade de fluxos de locação.
A carteira permanecia integralmente adimplente no período.
Em junho, dois contratos do Grupo Mateus, nas unidades de Itabuna (BA) e Tabuleiro (AL), passaram por reajuste anual de 4,39%, conforme a variação do IPCA prevista em contrato.
Vacância do GARE11 e reciclagem de ativos No fechamento de junho, a vacância física e a financeira estavam zeradas, com 100% dos imóveis ocupados.
O relatório também detalhou a reciclagem do portfólio, destacando o memorando de entendimentos para a venda de dez imóveis ao FII Riza Renda Imobiliária Master.
O conjunto negociado inclui cinco unidades do Atacadão, três lojas do Grupo Mateus e dois imóveis logísticos ligados a Almanara e BRF, totalizando R$ 804,4 milhões.
A estrutura da operação prevê R$ 382 milhões em caixa, R$ 250 milhões em cotas subordinadas do veículo comprador e R$ 172 milhões em seller’s finance, a serem recebidos conforme o desinvestimento dos imóveis.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.suno.com.br — o conteúdo pertence a Suno Notícias.