Congresso entra em modo eleitoral enquanto problemas do País esperam
O Brasil entrou em campanha eleitoral.
Ruas, redes sociais, palanques e reuniões partidárias começam a ser ocupados por candidatos atrás de votos.
É também a hora de o eleitor inverter essa lógica: em vez de apenas ouvir promessas, perguntar o que deputados e senadores fizeram com o mandato que receberam.
Há problemas demais esperando respostas para que o Congresso Nacional possa tratar o calendário eleitoral como prioridade absoluta.
Um exemplo está na segurança pública.
A PEC da Segurança Pública, iniciativa do governo federal que busca ampliar a integração entre União, estados e municípios no enfrentamento à criminalidade, já foi aprovada pela Câmara dos Deputados.
Agora, aguarda o Senado.
Pode-se concordar ou discordar do texto aprovado pelos deputados.
Isso faz parte da democracia.
O que não deveria ser aceitável é deixar um assunto dessa dimensão esperando enquanto o crime organizado amplia sua capacidade financeira, territorial e operacional no País.
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