Filme baseado em caso real estreia na Netflix e é a pedida para quinta (13/08)
Para uma quinta-feira de drama intenso, a Netflix traz "Meu Próprio Filho", filme que estreia direto no catálogo baseado em um caso real que chocou o México.
A produção é assinada por Maite Alberdi, diretora chilena indicada ao Oscar de Melhor Documentário por "El Agente Topo".
Aqui, ela se aventura pela primeira vez no terreno da ficção.O elenco reúne Ana Celeste, Armando Espitia e Ángeles Cruz em uma história que mistura pressão social, maternidade e a busca por identidade em meio a uma mentira que rapidamente sai do controle.Do que se trata o filmeA trama acompanha Alejandra, recém-casada que enfrenta diversos abortos espontâneos e o peso do estigma social que recai sobre mulheres que não conseguem engravidar.
Diante da pressão da família e da própria comunidade, ela toma uma decisão radical: fingir uma gravidez para escapar do julgamento alheio.O que começa como uma mentira para aliviar a cobrança externa rapidamente se transforma em uma teia cada vez mais difícil de sustentar, forçando Alejandra a ir cada vez mais longe para manter a farsa, enquanto lida com as próprias emoções não resolvidas em relação à maternidade que não veio.
Leia Também: PARA APROVEITAR Cinema de graça em Salvador: confira programação no Glauber Rocha CINEINSITE Filme do Homem-Aranha terá sessão exclusiva para mães e bebês na Bahia PODE ISSO? Ator de Hollywood defende uso de IA na indústria do cinema Um retrato sensível sobre pressão social e maternidadeDiferente de uma abordagem sensacionalista, o filme usa o caso real como ponto de partida para discutir temas como o estigma em torno da infertilidade, a pressão social sofrida por mulheres para se tornarem mães e os limites entre desespero e desonestidade.
A experiência de Maite Alberdi com documentários ajuda a dar um tom mais observacional e humano à narrativa, mesmo em um projeto de ficção.Vale a pena assistir?Sim, especialmente para quem gosta de dramas que tratam com seriedade temas difíceis como maternidade, luto reprodutivo e pressão familiar.
A transição de Maite Alberdi do documentário para a ficção rende um olhar sensível sobre um caso que, por mais extremo que pareça, revela questões muito reais enfrentadas por diversas mulheres.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.