Como localização no Uber ajudou polícia a achar vítima de estupro em SP
Um motorista de aplicativo foi preso, nesta terça-feira (25), suspeito de estuprar uma passageira após a amiga da vítima acionar a polícia e informar a localização do veículo por meio do compartilhamento da corrida .
As duas amigas estavam no carro juntas e tinham acesso à corrida em tempo real .
Uma das jovens desceu na primeira parada, mas, após algum tempo, recebeu uma mensagem da amiga informando que estava sendo assediada .
Como ainda acompanhava a corrida pelo seu celular , a jovem usou a localização para acionar a PM (Polícia Militar) pelo telefone 190.
Leia Mais Prefeitura diz que recorrerá de autorização a aplicativo de mototáxi em SP TJSP suspende credenciamento imediato da Uber Moto BYD Dolphin GS será retirado da Uber Black; veja outros modelos afetados Os policiais militares foram até o local informado e localizaram o veículo do homem.
A vítima afirmou ter sido estuprada pelo motorista e recebeu atendimento logo após.
O homem foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia de Guarujá, permanecendo à disposição da Justiça.
A Uber divulgou uma nota sobre o ocorrido.
Veja abaixo: “A Uber lamenta o caso e considera inaceitável qualquer tipo de má conduta sexual.
A plataforma defende que as mulheres têm o direito de ir e vir da maneira que quiserem e têm o direito de fazer isso em um ambiente seguro.
A empresa acredita na importância de combater, coibir e denunciar casos dessa natureza e encoraja que as mulheres denunciem qualquer incidente tanto pelo aplicativo quanto às autoridades competentes.
O motorista teve a conta desativada da plataforma assim que a empresa tomou conhecimento do episódio e a Uber está colaborando com as autoridades nas investigações, nos termos da lei.
Todas as viagens na plataforma contam com um seguro e, em parceria com o Me Too Brasil, a Uber conta com um canal de suporte psicológico.
Ambos estarão disponíveis para a usuária.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.