Assim será a morte do Sol: estrela distante revela como será o apocalipse
Um estudo publicado este mês na revista Nature registrou um momento nunca observado diretamente pelos astrônomos : os restos de uma estrela semelhante ao Sol sendo gradualmente dissolvidos e incorporados ao gás interestelar .
O fenômeno ocorre na Nebulosa da Hélice, que fica a cerca de 650 anos-luz da Terra, na constelação de Aquário.
Em resumo: Estudo registra restos de estrela sendo dissolvidos no espaço; Fenômeno ocorre na Nebulosa da Hélice, a 650 anos-luz; Arcos de gás revelam a erosão gradual desse material; Restos estelares são incorporados ao meio interestelar; Processo recicla elementos usados na formação de novas estrelas; O futuro do Sol deverá seguir ciclo semelhante.
O telescópio encontrou faixas de material estelar se dissolvendo no espaço, registrando uma etapa pouco observada da morte de uma estrela. – Crédito: NASA, ESA, C.
R.
O’Dell (Universidade Vanderbilt) e M.
Meixner, P.
McCullough e G.
Bacon (Space Telescope Science Institute)-Hubble e Kitt Peak: Andrew McCarthy A descoberta ajuda a entender o destino de estrelas como o Sol.
Depois de bilhões de anos, esses astros esgotam o hidrogênio disponível em seu núcleo, combustível usado nas reações de fusão nuclear .
O núcleo então se contrai, enquanto as camadas externas se expandem e a estrela entra na fase de gigante vermelha.
No fim desse processo, a estrela perde suas camadas externas, que são lançadas ao espaço e formam uma nebulosa planetária.
O núcleo que permanece no centro se transforma em uma anã branca, um objeto extremamente denso que já não realiza as mesmas reações de fusão que sustentavam a estrela durante sua vida.
Vestígios de uma estrela se dissolvem no espaço Na Nebulosa da Hélice, os pesquisadores conseguiram acompanhar uma etapa posterior desse ciclo.
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