De R$ 116 mil a R$ 4,6 milhões: veja a lista de bens dos candidatos ao Senado no ES
Os candidatos do Espírito Santo ao Senado nas Eleições 2026 declararam à Justiça Eleitoral patrimônios que, juntos, somam mais de R$ 13 milhões . Os valores individuais vão de R$ 116,5 mil a R$ 4,59 milhões.
O menor valor acumulado em bens foi registrado por Maguinha Malta (PL), estreante na corrida eleitoral. Já o maior patrimônio é de Rodney Miranda (PRTB), ex-prefeito de Vila Velha que, mais recentemente, exerceu a função de secretário de Segurança Pública no Estado de Goiás (2019-2022).
Entre os políticos que já disputaram eleições anteriores, as declarações de bens revelam mudanças no patrimônio ao longo dos anos. Há candidatos que informaram valores maiores e outros que declararam redução dos bens.
Neste levantamento feito por A Gazeta para acompanhar a evolução patrimonial, foi considerado o o valor declarado na primeira eleição em que o candidato pediu registro no sistema da Justiça Eleitoral, o divulgacand, que reúne informações desde 2004. Declarações feitas anteriormente não foram consideradas.
O deputado estadual declara possuir apenas um terreno no valor de R$ 850 mil . Segundo a descrição no sistema da Justiça Eleitoral, o lote conta com uma construção residencial.
Em 2018, quando disputou uma vaga na Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), Callegari declarava possuir um terreno de R$ 354 mil.
O deputado federal declara ter R$ 142,77 mil em bens, divididos entre aplicações de renda fixa, depósitos bancários, quotas, um automóvel e plano de previdência privada.
Em 2008, quando tentou se eleger prefeito de Venda Nova do Imigrante, constavam na declaração de bens R$ 790 mil em terrenos e um automóvel.
O candidato à reeleição ao Senado declara possuir R$ 1,49 milhão em bens, somando veículo, consórcios não contemplados, apartamento em Vila Velha, imóvel rural em Santa Leopoldina, aplicações em renda fixa, saldo em plano previdenciário, investimentos e outros depósitos.
O vereador de Vitória declara possuir R$ 222 mil , divididos entre um terreno em Manguinhos, na Serra, automóveis e duas casas.
Em 2004, quando concorreu ao cargo no Legislativo da Capital, informou não ter bens a declarar.
Na declaração de bens da estreante com o menor patrimônio acumulado, constam R$ 116,5 mil , sendo parte em espécie, saldo de previdência privada e o restante em aplicações e investimentos.
O candidato à reeleição declara possuir R$ 584,13 mil em bens. O patrimônio é a soma de um apartamento de R$ 530 mil e aplicações.
O patrimônio do candidato é de R$ 264,79 mil, dividido entre uma casa e um veículo.
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