Bancários da Caixa entram em greve e Banco do Brasil e Basa têm paralisação parcial em Roraima
Bancários entram em greve por tempo indeterminado em Roraima.
Yara Ramalho/g1 RR Funcionários da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e do Banco da Amazônia (Basa) entraram em greve nesta quinta-feira (10), em Roraima.
A categoria cobra reajuste salarial, melhores condições de trabalho e investimentos no setor.
Na Caixa, a paralisação é nacional e ocorre após os funcionários rejeitarem a proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Em Roraima, todas as 11 agências da instituição aderiram à greve e estão fechadas por tempo indeterminado.
Com isso, os clientes que precisarem ir aos bancos não terão acesso a serviços presenciais nessas unidades. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp A greve do Banco do Brasil e do Basa é parcial e os atendimentos nas unidades do estado ocorrem com limitações.
Segundo Ana Carla Pesamosca, vice-presidente do Sindicato dos Bancários de Roraima (Sintraf-RR), os funcionários decidiram manter o atendimento em regime de contingência porque uma votação sobre o acordo da categoria está prevista para esta quinta-feira.
"O Banco do Brasil ele está em condicionamento, ou seja, está atendendo parcialmente os clientes, alguns funcionários aderiram, outros não, porque eles têm uma votação hoje à noite relativo ao acordo do Banco do Brasil.
Então, por esse motivo eles preferiram não fazer [a paralisação] total e sim essa greve parcial, adesão parcial deles no caso", explicou Ana Carla.
Entre as principais reivindicações do setor no estado estão: Reajuste salarial; Adequação do plano de saúde, principalmente para funcionários da Caixa; Realização de concurso público para o Banco do Brasil, que, segundo a categoria, enfrenta déficit de funcionários.
Bancários aderem à greve nacional em Roraima.
Yara Ramalho/g1 RR LEIA TAMBÉM: Caixa entra em greve nacional e Banco do Brasil tem paralisação parcial a partir desta quinta-feira Mobilização em agosto Em agosto, os bancários de Roraima já haviam aderido à uma paralisação nacional da categoria, que suspendeu o atendimento em ao menos 40 agências no estado.
A mobilização durou 24 horas e também cobra aumento real de salário, melhores condições de trabalho e investimentos no setor.
A categoria cobrava mais contratações para reduzir filas e melhorar o atendimento, além de melhores condições de trabalho e respeito aos direitos dos trabalhadores.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Roraima.