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Anel inteligente mede sono errado? Criadora da categoria, Oura é processada

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Anel inteligente mede sono errado? Criadora da categoria, Oura é processada

Uma ação coletiva proposta nos Estados Unidos acusa a Oura de exagerar a precisão dos recursos de monitoramento do sono de seus anéis inteligentes.

A empresa conhecida por popularizar esse tipo de dispositivo afirma que continua respaldada por pesquisas científicas e estudos de validação.

A ação foi apresentada no último dia 20 de agosto pela Clarkson Law Firm, em São Francisco, e questiona a forma como a Oura divulga a capacidade dos seus produtos de acompanhar diferentes estágios do sono. 📱 Veja as melhores promoções de hoje no WhatsApp do CT Ofertas Segundo a acusação, os anéis poderiam apresentar resultados tão imprecisos que teriam apenas “uma chance de cara ou coroa” de acertar.

A ação também reúne relatos de usuários que afirmam ter tido uma noite ruim, mas receberam do aplicativo da Oura uma avaliação positiva do descanso.

O processo cita ainda pesquisas científicas revisadas por pares para sustentar os questionamentos sobre a precisão dos dispositivos.

Estudo encontrou diferenças na medição do sono Entre os trabalhos mencionados está um estudo publicado em 2025 na revista científica Nature .

Os pesquisadores acompanharam 45 noites de sono de 45 pessoas que usavam anéis Oura.

De acordo com os resultados citados no processo, os dispositivos superestimaram o tempo de sono REM em cerca de 31 minutos.

Ao mesmo tempo, subestimaram o sono leve em quase 14 minutos e o sono profundo em aproximadamente seis minutos.

A ação argumenta que essas diferenças poderiam fazer consumidores atribuírem mais importância aos dados do anel do que eles realmente merecem.

Oura nega que seus anéis sejam imprecisos Apesar das acusações, a Oura contesta a interpretação apresentada no processo e diz que a empresa mantém sua confiança na ciência, nas pesquisas e nas alegações de precisão relacionadas aos produtos.

A companhia também diz que o Oura Ring não é um dispositivo médico e não substitui um estudo clínico do sono.

Segundo a empresa, a tecnologia de identificação dos estágios do sono já foi validada e apresentou resultados favoráveis em diferentes estudos quando comparada à polissonografia, considerada o padrão-ouro para esse tipo de avaliação.

A própria Oura ressalta que seus dispositivos não substituem exames profissionais, enquanto a Justiça ainda deverá avaliar as acusações apresentadas contra a empresa.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.

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