EUA negam bombardeio a casamento no Irã; 4 morreram
Irã acusa EUA de atacarem festa de casamento Os Estados Unidos negaram nesta quarta-feira (2) terem bombardeado uma festa de casamento no sul do Irã durante um ataque ao país na terça-feira (1º). ➡️ O governo iraniano havia responsabilizado os EUA por um ataque a uma festa de casamento que ocorria em Kuhestak, no sul do Irã, em meio a uma nova ofensiva .
Segundo a Cruz Vermelha, quatro pessoas morreram e 50 ficaram feridas.
Teerã prometeu retaliação. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "As Forças Armadas dos EUA nunca têm civis como alvo, ao contrário da Guarda Revolucionária (do Irã)", afirmou a Central de Comando das Forças Aramdas dos Estados Unidos (Centcom, na sigla em inglês), à agência de notícias Reuters.
Um vídeo divulgado por uma conta do governo do Irã mostra uma grande quantidade de escombros e os danos causados no que foi descrito como o local da festa de casamento após o ataque americano.
Ao fundo, é possível ouvir pessoas gritando.
Veja acima.
Segundo a mídia iraniana, entre os mortos está uma criança de 4 anos.
Outro vídeo divulgado pela imprensa local mostra meninos e meninas recebendo atendimento médico em um hospital.
O porta-voz da chancelaria do Irã, Esmaeil Baqaei, condenou o ataque e afirmou que Teerã tomará medidas para responder às ações dos Estados Unidos.
"Mais perigosa do que a própria bomba é a normalização do bombardeio, e mais perigoso do que o silêncio é transformar o silêncio em legitimidade", publicou.
A casa atingida pelo ataque fica em uma região próxima ao Estreito de Ormuz.
Até a última atualização desta reportagem, os Estados Unidos não haviam comentado a acusação.
Escombros em local onde acontecia festa de casamento no Irã Fars/Reprodução 👉 O ataque ocorreu em meio a uma nova escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã.
Nesta terça-feira, forças americanas realizaram novos ataques contra alvos iranianos, incluindo posições da Guarda Revolucionária Islâmica.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.