Para a Aro, um agente de IA será seu próximo consultor financeiro
Pedro Milanez (CEO) e Yuri Mannes, cofundadores da Aro | Foto: divulgação Em dezembro do ano passado, a Aro originava R$ 100 mil em crédito por mês.
A meta para dezembro deste ano é fechar entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões mensais.
Com sua tese de agentes para comparação e busca de crédito, a companhia começou a operar em dezembro de 2025, saiu do stealth mode em abril e agora dá novos passos para acelerar no mercado.
As coisas andaram rápido para a fintech fundada pelo CEO Pedro Milanez, primeiro funcionário do Nubank e cofundador da proptech Lastro , e por Yuri Mannes, ex-vice-presidente de inovação da BR Media Group .
“Em oito meses, já conseguimos crescer a operação oito vezes”, afirma Yuri, em conversa com o Startups , confiante para chegar à meta definida para o fim de 2026.
Como combustível para esse sprint, a Aro trouxe para o cap table nomes de respeito.
A rodada que tirou a operação do papel reuniu ONEVC , 17Sigma , Norte Ventures , a americana Gilgamesh e a Grão VC , que compraram a tese da fintech para descomplicar o povoado mercado de crédito no país.
“Essa explosão de produtos financeiros trouxe um universo de opções, entre cartões, contas e linhas de crédito para o consumidor.
Mas navegar nesse ambiente mais aberto ficou complexo”, destaca Yuri.
Segundo o cofundador da Aro , os marketplaces resolvem só parte do problema.
“Você bota seus dados e ele te apresenta 20 ofertas, mas poucas de fato estão aprovadas,.
Ainda há muito atrito e assimetria de informação, o que atrapalha na hora de recomendar o melhor crédito”, pontua.
O que a Aro propõe é um agente que não abandona o usuário na porta do parceiro.
“A IA está lá para te carregar até o final da contratação, como se fosse um gerente de banco, um parceiro financeiro de fato”, explica.
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