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A aposta da Parfin na fila das licenças de ativos virtuais

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A aposta da Parfin na fila das licenças de ativos virtuais

A Parfin está posicionando sua plataforma de infraestrutura para vender a bancos, fintechs e instituições financeiras que precisam se estruturar como Prestadores de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs) até 30 de outubro.

A tese comercial é simples.

Com a regulação de cripto avançando no Brasil, projetos que eram experimentais terão de virar operação com governança e controle, e a aposta da empresa é que sai mais rápido comprar essa camada do que construí-la internamente.

“Com a regulação, instituições que querem operar com ativos digitais precisam transformar projetos que antes eram experimentais em operações com governança, controles e capacidade de escala”, disse Marcos Viriato, cofundador e CEO, em comunicado.

Resoluções do Banco Central em vigor desde 2 de fevereiro deram às empresas já em operação até 30 de outubro para protocolar o pedido de autorização, sob pena de encerrar as atividades e comunicar os clientes em até trinta dias.

As exigências vão de capital mínimo e certificação técnica independente a balanços auditados dos três exercícios anteriores, e parte do mercado já desistiu antes do prazo.

A Digitra.com anunciou na semana passada que não pediria a licença e encerrou negociação e custódia de ativos virtuais no país, o mesmo caminho seguido pela NovaDAX.

Antes delas, a Bitnuvem já havia saído citando custos operacionais e a concentração do setor em plataformas maiores.

Em agosto, as associações ABToken, Zetta e ABFintechs pediram formalmente 120 dias de prorrogação ao Banco Central.

A Parfin afirma que a plataforma coloca uma operação de pé em poucos dias.

O produto reúne contas, tesouraria, transferências, brokerage , governança e compliance, e opera criptoativos, stablecoins, depósitos tokenizados, moedas digitais de bancos centrais (CBDCs) e ativos do mundo real tokenizados.

Segundo a Parfin, em vez de amarrar o cliente a um provedor, a companhia se descreve como camada de conexão entre provedores de liquidez, custódia, câmbio, infraestrutura bancária e blockchains, com mais de 20 fontes de liquidez conectadas, entre corretoras, mesas de balcão e emissores de stablecoin.

“Não queremos determinar com quem uma instituição deve operar”, disse Bruno Cavalin, CCO da Parfin.

“Essa independência ganha importância à medida que o mercado amadurece e as operações ficam maiores e mais complexas.” A empresa atende hoje mais de 30 clientes institucionais, entre eles XP, Bradesco, Santander, B3 Digitas, Nomad, Núclea, Ouribank e Caixa.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

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