CNJ mantém afastado juiz que sugeriu venda do Banco Santos ao Master
O plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) manteve, nesta terça-feira (18/8), o afastamento do juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho da 2ª Vara de Falências de São Paulo.
Responsável por julgar a falência do Banco Santos, o magistrado foi gravado em conversas com herdeiros da empresa sugerindo a venda da instituição ao Banco Master, de Daniel Vorcaro.
A decisão do CNJ foi unânime.
O conselho manteve a decisão do corregedor-nacional de Justiça, Mauro Campbell Marques, que já havia afastado Furtado.
Na gravação, feita em 2024, Furtado também sugeriu a contratação de advogados pela família .
A investigação está sob sigilo.
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Participaram os três filhos do banqueiro: Rodrigo, Eduardo e Leonardo.
Furtado teria dito também que a família sairia do processo e que abriria mão de ações de responsabilização movidas contra os herdeiros de Edemar.
Segundo ele, essa seria a melhor solução para encerrar o caso.
Até então, Furtado preferiu não comentar a decisão.
Sobre a gravação, ele negou qualquer irregularidade na conversa, sustentou que oferece atendimento igualitário às partes e destacou que suas decisões têm sido mantidas pelas instâncias superiores.
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1 de 3 Minitro Mauro Campbell determinou suspensão dos pagamentos Reprodução 2 de 3 Paulo Furtado de Oliveira Filho foi afastado pelo CNJ Divulgação 3 de 3 Daniel Vorcaro, dono do Banco Master ArteMetrópoles Falência suspensa Em julho deste ano, Mauro Campbell suspendeu, em liminar, o processo de falência do Banco Santos.
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