quarta-feira, 12 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
Últimas
Os primeiros desenhos do edifício-sede da FAPESP Dispositivo simula tecidos humanos e oferece alternativa à experimentação animal Fundações de apoio viabilizam avanço da ciência e da inovação em São Paulo, dizem cientistas Inteligência artificial atua como ‘camaleão ideológico’ e pode aprofundar polarização política, aponta estudo Oportunidades FAPESP Centro de Inovação em Tecnologia Offshore oferece vaga de pós-doutorado Pós-doutorado em gestão de riscos geológicos no IGCE-Unesp em Rio Claro Doutorado direto e pós-doutorado em biologia molecular na FMRP-USP Pós-doutorado em genética mitocondrial no CCBS-UFSCar Centro de Pesquisa Aplicada em Inteligência Artificial tem duas vagas de pós-doutorado Os primeiros desenhos do edifício-sede da FAPESP Dispositivo simula tecidos humanos e oferece alternativa à experimentação animal Fundações de apoio viabilizam avanço da ciência e da inovação em São Paulo, dizem cientistas Inteligência artificial atua como ‘camaleão ideológico’ e pode aprofundar polarização política, aponta estudo Oportunidades FAPESP Centro de Inovação em Tecnologia Offshore oferece vaga de pós-doutorado Pós-doutorado em gestão de riscos geológicos no IGCE-Unesp em Rio Claro Doutorado direto e pós-doutorado em biologia molecular na FMRP-USP Pós-doutorado em genética mitocondrial no CCBS-UFSCar Centro de Pesquisa Aplicada em Inteligência Artificial tem duas vagas de pós-doutorado
Economia

Jamie Dimon: supremacia militar dos EUA mantém o dólar no topo — e isso pode mudar

InfoMoney ·
Jamie Dimon: supremacia militar dos EUA mantém o dólar no topo — e isso pode mudar

Jamie Dimon tem um aviso para os americanos acostumados com o dólar no topo do sistema financeiro global: a supremacia militar dos EUA pode ser uma das coisas que o mantêm lá.

O CEO do JPMorgan Chase disse que os EUA correm o risco de perder o status do dólar como moeda de reserva mundial se o país não puder mais ostentar a economia e as forças armadas mais fortes do mundo no futuro.

“Se não formos a força militar mais forte em 25 anos e a economia mais forte, também não seremos a moeda de reserva”, disse Dimon à PBS no fim de semana.

“O mundo será fragmentado, e será muito perigoso para nós.” Embora possa parecer, à primeira vista, que as forças armadas não têm nada a ver com o dólar, o poder militar e econômico americano estão “inextricavelmente ligados ao dólar”, segundo Daniel McDowell, diretor associado do Moynihan Institute of Global Affairs da Universidade de Syracuse.

“Ele está mais ou menos dizendo que um exército fraco é sinal de uma economia fraca, e seria de se esperar que a moeda acompanhasse esse movimento”, disse McDowell à Fortune .

Ler a notícia completa no InfoMoney ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

Mais de InfoMoney

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›