sábado, 17 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Esportes

Com Boulos e Gaviões, Corinthians e Caixa firmam termo para negociar dívida

UOL Esporte ·
Com Boulos e Gaviões, Corinthians e Caixa firmam termo para negociar dívida

O Corinthians e a Caixa Econômica Federal assinaram nesta sexta-feira (16) um termo de confidencialidade para avançar nas negociações sobre a dívida da Neo Química Arena.

A reunião contou com a presença do ministro Guilherme Boulos e de representantes da Gaviões da Fiel, que também participam das conversas em busca de uma solução para o financiamento do estádio.

Com o documento assinado, as partes poderão compartilhar dados e propostas sob sigilo para avaliar alternativas à relação financeira entre o clube e o banco. A informação foi confirmada pela Caixa ao UOL.

O termo, porém, não representa um acordo definitivo nem altera o valor da dívida neste momento. A assinatura abre caminho para o aprofundamento das conversas, que seguem sujeitas às exigências legais aplicáveis a uma instituição pública.

Ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Boulos esteve presente e atuou na articulação para aproximar os envolvidos, coforme apurou o UOL. Também participaram do encontro:o presidente corintiano, Osmar Stabile, diretores do clube e integrantes da Caixa

A Gaviões da Fiel participou da reunião por meio de seu presidente, Alexandre Domênico Pereira, o Alê, e dos vice-presidentes Fabio de Oliveira Camara, o Fantasma, e Sergio Luis Lopes de Barros, o Serginho. Os representantes foram convidados por Boulos e pelo presidente da Caixa, Carlos Vieira.

A participação da organizada amplia o número de interlocutores envolvidos nas discussões sobre o financiamento do estádio. A Gaviões acompanha a situação financeira da Arena e mantém uma campanha de arrecadação para ajudar a quitar a dívida.

Com o termo de confidencialidade, Corinthians e Caixa poderão aprofundar a análise de alternativas sem divulgar informações consideradas reservadas. As conversas envolvem as condições do financiamento e uma possível operação com os direitos de nomeação da Neo Química Arena.

O objetivo do clube é encontrar uma solução que permita reorganizar seus compromissos financeiros com o banco.

Paralelamente às negociações, a Caixa suspendeu temporariamente uma obrigação do Corinthians relacionada ao fundo de reserva do financiamento. A medida, conhecida como "waiver", permite ao clube deixar de fazer um depósito específico, em uma operação que tem como finalidade aliviar momentaneamente suas contas.

O valor envolvido é de aproximadamente R$ 30 milhões. O recurso, porém, não seria abatido do saldo devedor nem representaria o perdão de uma parcela da dívida.

A possibilidade foi publicada pelo colunista Juca Kfouri, no UOL, em 7 de outubro e confirmada pela reportagem. O fundo de reserva funciona como uma garantia para a Caixa e reúne recursos que podem ser utilizados caso o Corinthians deixe de cumprir obrigações previstas no contrato.

Uma eventual flexibilização também não suspenderia automaticamente os pagamentos seguintes. Sem uma nova decisão do banco ou um acordo mais amplo, o clube precisará cumprir o próximo compromisso previsto.

O UOL apurou com fontes do Planalto, que a proximidade do segundo turno da eleição presidencial é um dos fatores que exigem cautela nas negociações.

Ler a notícia completa no UOL Esporte ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Esporte.

Mais de UOL Esporte

Ver tudo ›

Mais em Esportes

Ver tudo ›