Melhores amigos criam marketplace para surfistas
Fundadores da Quiva (Imagem: Divulgação) Surfar sempre foi a paixão em comum de Diego Gallego e Rodrigo Simoes Tavares.
Amigos de infância, eles aprenderam a surfar no mesmo lugar, o Arpoador, no Rio de Janeiro, com os mesmos professores.
Foi dessa afinidade que nasceu a Quiva , aplicativo que se define como um ecossistema completo do surfe, reunindo em uma única plataforma o que antes ficava espalhado entre grupos de WhatsApp, Instagram, OLX e Facebook.
O negócio consiste em ofertar a compra e venda de equipamentos, lojas especializadas e uma comunidade de surfistas dentro do app.
A ideia surgiu quando Diego morava em San Diego, na Califórnia.
Depois de sete anos nos Estados Unidos, ele se preparava para voltar ao Brasil e queria renovar seu quiver — termo usado pelos surfistas para se referir ao conjunto de pranchas que possuem.
Ao procurar equipamentos usados, percebeu que as ofertas estavam espalhadas por redes sociais e plataformas de classificados.
“Eu estava vendo prancha no Facebook, no Instagram e OfferUp , que é tipo um OLX americano.
Aí eu coloquei no Google: marketplace só para surfista”, conta o cofundador da Quiva .
Na época, ele encontrou um aplicativo criado na região em que morava, voltado exclusivamente ao comércio de pranchas.
A experiência serviu de referência para desenvolver a startup brasileira, adaptada às necessidades do mercado local.
A Quiva começou a ser desenvolvida em junho de 2025 e lançou uma primeira versão de testes (MVP) em novembro daquele ano, com cerca de 250 usuários.
Pouco tempo depois, em janeiro de 2026, o aplicativo chegou ao público geral (App Store e Play Store), impulsionado por vídeos que viralizaram no Instagram e trouxeram cerca de dois mil usuários.
Nos primeiros meses, a plataforma se concentrava na venda de pranchas usadas entre pessoas físicas.
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