Em um ano, iFood Chip tem taxa de ativação de 70%
O iFood Chip atingiu uma taxa de ativação de 70% desde o seu lançamento, em setembro de 2025.
O chip é disponibilizado para trabalhadores de nível ouro, mediante mensalidade de R$ 25, e de nível diamante, que são isentos do pagamento e podem resgatar até cinco chips para seus dependentes com o próprio CPF.
Enquanto, na primeira categoria, o plano de dados é de 15 GB, na segunda, ele é incrementado com 5 GB de bônus, totalizando 20 GB.
Em ambos, os aplicativos iFood Entregas, Waze e WhatsApp têm acesso ilimitado.
Segundo a empresa, a versão paga é cerca de 20% mais barata que os planos pré-pagos de outras operadoras.
O serviço é oferecido graças a uma parceria com a Surf Telecom, que oferece a infraestrutura necessária para a telefonia e utiliza a rede da TIM.
Por ora, o app de entregas não tem autorização para operar como MVNO.
A iniciativa faz parte do programa de benefícios Super Entregadores, lançado em julho do ano passado e estruturado a partir de uma pesquisa feita com os parceiros de entrega do iFood.
Nela, foi constatado que a telefonia móvel era a principal fonte de gastos na rotina de trabalho dos entregadores.
“Notamos que havia a necessidade de criar um plano de celular robusto e com acesso ilimitado a aplicativos essenciais para o trabalho dessas pessoas”, disse Ana Justi, gerente de logística da plataforma de delivery, no MVNO Experience 2026 , evento realizado por Mobile Time, em São Paulo, nesta terça-feira, 22.
Chip do iFood em expansão Segundo o iFood, em um ano de operação, o plano tem avaliação de 4,6 estrelas em 5.
A empresa almeja expandir o serviço para todos os entregadores, mesmo em cidades onde o Super Entregadores ainda não está disponível.
Além disso, está buscando encontrar um equilíbrio no custo-benefício do nível ouro.
Segundo Justi, parte do problema está no fato de que alguns usuários não compreendem qual deve ser o canal de atendimento em caso de dúvidas ou problemas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.mobiletime.com.br — o conteúdo pertence a Mobile Time.