Cotas em queda, retorno em alta? O argumento da Empiricus para comprar FI-Infras agora
Um estudo da Empiricus, que analisou o desempenho dos fundos de infraestrutura (FI-Infras) desde 2021, identificou um padrão que chama a atenção dos investidores.
A conclusão é especialmente relevante em um momento em que as cotas desses fundos acumulam quedas e levantam dúvidas sobre a atratividade da classe.
Para quem busca renda fixa isenta de Imposto de Renda (IR) , no entanto, a correção recente pode representar uma oportunidade.
Em vez de afastar investidores, o cenário atual pode abrir espaço para novas entradas ou para o reforço de posições.
Os melhores resultados acontecem quando o investidor compra em momentos de deságio, ou seja, quando as cotas são negociadas a preços abaixo do valor patrimonial dos fundos.
Essa conclusão ganha relevância neste momento, porque o mercado vive exatamente esse cenário.
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Na prática, estão com desconto em relação ao seu “valor justo” .
Os deságios variam de 5% a mais de 13%.
Os FI-Infras são: BTG Dívida Infra (BDIF11), Capitânia Infra (CPTI11), Itaú Infra (IFRA11), Kinea Infra (KDIF11), Sparta Infra (JURO11) e Sparta Infra CDI (CDII11).
O canto dos dividendos Os FI-Infras são fundos listados em bolsa que investem principalmente em debêntures incentivadas — que são títulos de dívida emitidos para financiar projetos de infraestrutura que contam com isenção de imposto de renda (IR) sobre os rendimentos.
No caso dos fundos listados, essa isenção vale para os dividendos e também para o ganho de capital com as negociações das cotas.
Assim como os fundos imobiliários, os FI-Infras têm uma estratégia de distribuição mensal de rendimentos , que faz com que boa parte dos investidores compre esses títulos de olho na renda mensal.
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