“Só queria andar de skate”: à CNN, Bufoni exalta pioneirismo no esporte
Quando o skate era visto como uma modalidade “de homens”, Letícia Bufoni apareceu como uma das percursoras da categoria feminina.
Mesmo diante de tanto preconceito, ela lutou para abrir caminhos, democratizar o esporte e impulsionar a representatividade das mulheres.
Em entrevista à CNN Brasil , Letícia conta como foi deixar o preconceito de lado e competir.
A skatista inspira a nova geração e movimenta o mercado esportivo com sua história e estilo de vida.
Bufoni é a única mulher no mundo a conquistar três medalhas de ouro em um único ano, primeira e única recordista do Guinness Book como a maior medalhista da história dos X Games : com 12 conquistas (6 ouros, 3 pratas e 3 bronzes).
Leia Mais Alison dos Santos celebra recorde mundial: "O novo dono está na casa!" Após ouro olímpico, Lucas Pinheiro confessa novos objetivos na carreira LeBron James e PGA Tour anunciam torneio de golfe em Akron “A paixão pelo skate foi o principal fator, deixava de lado as ofensas, o preconceito e todas as adversidades pois eu só queria andar de skate.
Continuar também é uma forma de resistência.
Conforme fomos conquistando consistência, visibilidade e resultados, o mercado e o público passaram a entender o valor, o nível técnico e o potencial do skate feminino.
Hoje em dia, ver o patamar em que essa arte chegou, com grandes nomes no mundo inteiro, é muito gratificante”, comentou Leticia.
Pioneirismo no esporte Letícia comenta também o quão especial é ver que a modalidade evoluiu ao longo desses anos.
A atleta acrescenta que enxerga essa geração com mais liberdade , espaço e oportunidades, além de um nível técnico altíssimo.
“É muito especial olhar para trás e ver o quanto a modalidade evoluiu nesses 11 anos.
Hoje, vejo uma nova geração com muito mais liberdade, espaço e oportunidades, além de um nível técnico altíssimo.
Saber que, de alguma forma, fiz parte desse processo e ajudei a abrir caminhos para que isso acontecesse é muito significativo para mim”.
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