Gestante recebe diagnóstico errado de aborto, passa por curetagem em hospital de SP e descobre um mês depois que continua grávida Gestante recebe diagnóstico errado de aborto, passa por curetagem em hospital de SP e descobre um mês depois que continua grávida
No mês de julho, uma moradora de Sumaré, em São Paulo, descobriu que continuava grávida mesmo após ter sido submetida a uma curetagem.
O caso aconteceu no Hospital Estadual de Sumaré (HES), onde a equipe médica diagnosticou um aborto espontâneo depois que a gestante procurou atendimento devido a um sangramento.
Segundo informações do portal g1, a gestação não havia apresentado intercorrências até então.
No mês anterior, um exame realizado no Hospital Municipal de Paulínia (SP) havia apontado que a gravidez estava normal, com um embrião de seis semanas e cinco dias.
Semanas depois, no dia 12 de julho, a gestante acordou com um sangramento, mas não apresentava outros sintomas.
Ela procurou o Hospital Estadual de Sumaré, onde, após exame físico e de toque, foi diagnosticada com aborto espontâneo.
Na sequência, a gestante foi submetida a uma curetagem, procedimento no qual o médico faz a raspagem da parede interna do útero, o endométrio, para remover tecidos ou resíduos que o organismo não conseguiu expelir sozinho.
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O exame de sangue, no entanto, constatou que a gestação continuava.
Além disso, ela realizou uma ultrassonografia de urgência, que identificou batimentos cardíacos fetais de 157 por minuto e peso estimado de 170 gramas.
O exame também apontou ausência total de líquido amniótico.
“Você pensar que perdeu um bebê e saber que o bebê ainda está dentro de você. […] Isso não tem explicação” , desabafou a vítima, que não teve a identidade divulgada. [anuncio] Após descobrir que o feto continuava em desenvolvimento, a paciente procurou novamente a equipe médica.
Segundo ela, os profissionais afirmaram que a curetagem teria provocado a perda do líquido amniótico, colocando a vida dela e do bebê em risco.
“Me falaram, me pediu perdão, mas eu acho que perdão e desculpa não vai mudar o cenário que eu estou vivendo hoje. […] Foi sugerido pra mim de eu poder interromper a gestação por falta desse líquido” , relatou a paciente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em hugogloss.uol.com.br — o conteúdo pertence a Hugo Gloss.