Da Bolsa ao Bitcoin: o que esperar dos mercados nesta semana?
Os mercados encerraram a semana com movimentos distintos.
No Brasil, o Ibovespa avançou 2,11% , aos 170.448 pontos , e voltou a subir após duas semanas consecutivas de queda.
A recuperação merece atenção, mas o índice ainda negocia entre as médias móveis de 9, 21 e 200 períodos e mantém uma estrutura de baixa no curto prazo.
Para fortalecer a reação, considero necessário superar a faixa de 174.135/180.680 pontos .
O dólar futuro seguiu na direção oposta e recuou 1,60% na semana, encerrando abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos.
No exterior, Nasdaq e S&P 500 também corrigiram após três semanas consecutivas de valorização, embora ainda acumulem ganhos de 3,18% e 2,59% em agosto, respectivamente.
O principal destaque foi o Bitcoin , que rompeu a resistência da lateralização com forte volume, recuperou os US$ 70.000 e passou a negociar próximo dos US$ 80.000 .
Análise técnica do Ibovespa No gráfico diário, observo que o Ibovespa ainda apresenta uma tendência de baixa no curto prazo, embora tenha construído uma recuperação na última semana.
O índice avançou 2,11% , aos 170.448 pontos , interrompendo uma sequência de duas semanas negativas.
Na última sessão, o Ibovespa subiu 1,50% e passou a negociar entre as médias móveis de 9, 21 e 200 períodos.
Essa configuração mantém indefinido o próximo movimento e exige atenção à capacidade de continuidade da reação.
Em 2026, o índice acumula valorização de 5,79% , mas perdeu força depois de chegar a subir mais de 23% na máxima histórica de 199.354 pontos , registrada em abril.
O IFR (14), em 46,87 pontos , permanece na zona neutra, sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
Para ganhar força compradora, considero necessário superar as resistências em 174.135/180.680 pontos .
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