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Inteligência artificial muda estratégia de vendas e faz empresas repensarem crescimento

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Inteligência artificial muda estratégia de vendas e faz empresas repensarem crescimento

A inteligência artificial está mudando a maneira como as empresas definem suas estratégias de crescimento.

Em vez de concentrar esforços apenas no aumento das vendas, companhias começam a utilizar dados para identificar quais clientes oferecem maior potencial de retorno, quanto custa conquistá-los e quais oportunidades podem gerar receitas mais consistentes no longo prazo.

A mudança coloca a rentabilidade e a previsibilidade dos negócios no centro das decisões comerciais.

Para André Nigro, diretor de receitas (CRO) da Zoox Smart Data, empresa especializada em inteligência artificial e análise de dados, o avanço da tecnologia permite que as companhias adotem critérios mais precisos para decidir onde investir seus recursos.

Isso significa que nem toda oportunidade de venda deve ser perseguida, especialmente quando os custos envolvidos podem comprometer o resultado financeiro.

“ Crescer não significa apenas aumentar o volume de vendas.

É preciso entender quais clientes fazem sentido para o negócio, quanto custa conquistá-los e qual valor essa relação pode gerar ao longo do tempo”, afirma Nigro.

O tema será discutido no Zoox Data Revolution 2026, evento promovido pela companhia que deve reunir cerca de 1.200 executivos e lideranças empresariais no dia 17 de novembro, no Hotel Unique, em São Paulo.

Por que vender mais nem sempre significa crescer melhor? Uma das principais mudanças na gestão comercial está na forma de avaliar o desempenho das equipes de vendas.

Tradicionalmente, o crescimento costuma ser associado ao aumento do número de contratos ou ao faturamento obtido em determinado período.

Entretanto, essas métricas nem sempre revelam quanto a empresa efetivamente ganha com cada cliente.

Continua após a publicidade Para compreender essa relação, companhias utilizam indicadores como o custo de aquisição de clientes (CAC), que mede os gastos necessários para conquistar um consumidor, e o valor do tempo de vida do cliente (LTV), que estima quanto ele pode gerar de receita durante seu relacionamento com a empresa.

A comparação entre esses indicadores ajuda a identificar situações em que o esforço comercial não compensa o retorno esperado.

Uma empresa pode, por exemplo, conquistar um grande número de clientes e, ainda assim, enfrentar dificuldades financeiras caso os custos de aquisição sejam elevados ou os contratos não apresentem rentabilidade suficiente.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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