Macaco-prego viraliza após escalar banhistas e tomar mamadeira em praia de SP; VÍDEO
Macaco brinca com banhistas em praia do litoral de SP e viraliza nas redes O vídeo de um macaco-prego brincando com banhistas em Praia Grande, no litoral de São Paulo, viralizou nas redes sociais.
Nas imagens, o animal aparece 'escalando' pessoas, tomando água em uma mamadeira e brincando na areia (assista acima).
O macaco foi filmado enquanto passeava com o tutor pela faixa de areia do bairro Vila Caiçara.
O vídeo já alcançou mais de 135 mil visualizações nas redes sociais. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp.
Macaco brincou com banhistas em Praia Grande, SP.
Reprodução@thataoliveira09 Especialista A pedido do g1, o biólogo Eric Comin analisou as imagens e identificou o animal como um macaco-prego (gêneros Sapajus e Cebus).
Segundo ele, trata-se de um dos primatas mais inteligentes e adaptáveis do continente americano, que se destaca pelo uso de ferramentas na natureza para obter alimentos.
Comin explicou que, apesar de a legislação brasileira permitir a posse desses primatas sob regras rígidas, especialistas em bem-estar desaconselham a criação como animais de estimação.
Ainda segundo o biólogo, para estar dentro da lei, o animal deve nascer em um cativeiro comercial autorizado e ser acompanhado de Nota Fiscal, Certificado de Origem e microchip para identificação.
O g1 não havia localizado o tutor do macaco até a última atualização desta reportagem.
Cuidados com macacos-prego Comin também alertou que, apesar de serem dóceis e brincalhões quando filhotes, os macacos-prego podem mudar de comportamento ao atingir a maturidade sexual, entre 5 e 7 anos.
“O instinto selvagem aflora e eles costumam se tornar altamente agressivos, territorialistas e imprevisíveis, sendo comuns os relatos de mordidas graves nos próprios tutores", explicou.
O especialista ressaltou que um macaco-prego pode viver entre 40 e 50 anos sob cuidados humanos, o que representa um compromisso de longo prazo.
A espécie precisa de recintos amplos e adequados e, segundo ele, a compra de filhotes pelas redes sociais sem a documentação oficial do Ibama configura tráfico de animais silvestres e pode resultar em apreensão, multas e processos criminais.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.