Morto pela polícia em Rio Brilhante era comparsa de grupo do CV de Sidrolândia
Um dos homens mortos em confronto com o Batalhão de Choque na noite de sábado (10), em Rio Brilhante, a 161 quilômetros de Campo Grande, era apontado pela polícia como comparsa de Jonas Gabriel de Souza Sales, de 19 anos, morto durante uma operação policial na sexta-feira (9), em Sidrolândia.
Anderson Gabriel Barreto de Morais, conhecido como Mandrake, tinha 24 anos e foi baleado durante uma abordagem na Rua Antônio João, no bairro Olímpico.
Na mesma noite, Gesiel Erion de Oliveira Brás, de 25 anos, também morreu após trocar tiros com policiais em outro endereço do bairro.
Conforme o Batalhão de Choque, a ação em Rio Brilhante ocorreu durante a Operação Protetor, após uma denúncia anônima recebida pelo telefone 190 informar que um homem vindo de Sidrolândia estaria armado e aguardava a chegada de outro suspeito para praticar crimes no município.
As equipes foram até uma residência na Rua Antônio João e visualizaram Anderson com uma arma de fogo.
Segundo o boletim de ocorrência, ao perceber a aproximação policial, ele correu para dentro do imóvel e disparou contra os militares, que reagiram.
Depois que a ameaça foi contida, o homem foi desarmado e encaminhado ao Hospital Beneficente de Rio Brilhante, onde a morte foi constatada.
Durante as diligências, outro suspeito fugiu pelos fundos da casa, também armado.
Equipes da Rotac (Rondas Ostensivas Táticas e Ações de Choque) localizaram Gesiel na Rua Laucídio Coelho, ainda no bairro Olímpico.
De acordo com o registro policial, ele atirou contra os militares durante a tentativa de abordagem.
Os policiais reagiram e, após o confronto, desarmaram o homem e o levaram para atendimento médico, mas ele também morreu.
Gesiel era considerado foragido e tinha mandado de prisão em aberto por roubo.
A ocorrência foi registrada por volta das 19h45 e inclui tipificações como suspeita de pertencimento a organização criminosa, tentativa de homicídio, porte ilegal de arma de fogo, desobediência, resistência e morte decorrente de intervenção de agente legal do Estado.
Operação em Sidrolândia terminou com quatro mortos A morte de Anderson ocorre um dia depois de uma ação conjunta do Batalhão de Choque e da Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), que terminou com quatro suspeitos mortos em Sidrolândia, a cerca de 70 quilômetros da Capital.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.