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Porta-aviões dos EUA que ficou 286 dias em missão e enfrentou caos a bordo chega à Tailândia

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Porta-aviões dos EUA que ficou 286 dias em missão e enfrentou caos a bordo chega à Tailândia

Irã retalia contra bases americanas após relato de ataque dos EUA deixar vítimas em casamento O porta-aviões de propulsão nuclear dos Estados Unidos USS Abraham Lincoln chegou ao porto de Laem Chabang, na Tailândia, nesta quarta-feira (02), após 286 dias no mar, incluindo um longo período de operação no Oriente Médio, em meio a preocupações com a saúde mental da tripulação e com a deterioração das condições a bordo. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O Lincoln, com aproximadamente 5 mil marinheiros e fuzileiros navais e seu amplo convés de voo repleto de helicópteros e aeronaves de combate, incluindo os mais modernos caças F-35, participou do bloqueio naval dos Estados Unidos e de operações de combate durante a guerra contra o Irã.

Relatos de tentativas de suicídio O USS Abraham Lincoln partiu da Califórnia em novembro de 2025 para cumprir uma missão no Mar da China Meridional e foi posteriormente redirecionado para o Oriente Médio antes dos ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que há seis meses desencadearam uma guerra regional.

De acordo com parlamentares democratas, o navio estabeleceu um recorde moderno de maior número de dias consecutivos em operação no mar.

Normalmente, os deslocamentos operacionais da Marinha duram entre seis e nove meses, mas podem ser prolongados em períodos de conflito.

As preocupações com a longa missão do Lincoln aumentaram após relatos de agravamento dos problemas de saúde mental entre os tripulantes e da escassez de suprimentos, incluindo alimentos e produtos de higiene.

LEIA TAMBÉM Moeda de US$ 1 com rosto de Trump começa a ser vendida nos EUA Acusado de matar Charlie Kirk se declara inocente; juiz decide que pode haver pena de morte EUA negam bombardeio a casamento no Irã; 4 morreram Esse relatos, incluindo tentativas de suicídio, ganharam destaque nos Estados Unidos e elevaram as críticas ao conflito iniciado pelo presidente Donald Trump contra o Irã.

Parlamentares democratas pediram uma investigação sobre as condições de vida a bordo.

De acordo com a publicação especializada Navy Times, pelo menos dois marinheiros teriam tentado suicídio pulando no mar.

Trump minimizou esses relatos, assim como as perguntas sobre o período excepcionalmente longo de missão do porta-aviões.

O secretário adjunto interino da Marinha, Hung Cao, reconheceu que "um pequeno número de casos relacionados à saúde mental" havia sido atendido, embora tenha afirmado que nenhuma morte havia sido relatada.

Aliado militar dos EUA Acompanhado por outras embarcações da Marinha dos Estados Unidos, o porta-aviões de propulsão nuclear fará uma parada na Tailândia, único aliado dos Estados Unidos por tratado no Sudeste Asiático continental, para descanso e recuperação.

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