Campanha de Flávio nega privatizações e defende programas sociais
O coordenador econômico da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), Adolfo Sachsida , afirmou, em vídeo divulgado nas redes sociais, que um eventual governo do senador deve preservar os programas sociais e não privatizar o banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Petrobras.
O ex-ministro de Minas e Energia no governo Jair Bolsonaro disse que o Bolsa Família e o BPC (Benefício de Prestação Continuada) serão mantidos e melhorados .
A declaração foi apresentada como uma resposta ao que classificou como notícias falsas durante o período eleitoral.
“Nós iremos preservar todos os programas sociais, e não é só preservar, não, nós vamos fortalecer os programas sociais “, afirmou.
Ao se dirigir aos trabalhadores das três estatais, Sachsida descartou a venda das empresas e prometeu mudanças na administração delas .
“Nenhuma dessas empresas será tocada.
Nosso governo vai fortalecer a gestão das estatais e elas vão voltar a dar lucro e respeitar o povo brasileiro”, disse o ex-ministro.
Leia Mais Governo foca em fim da 6x1 e deixa PEC da segurança na espera Flávio Bolsonaro sugere incluir Brasil no Escudo das Américas de Trump Flávio diz que dará reajuste acima da inflação a aposentadorias se eleito Sachsida também afirmou que o equilíbrio das contas públicas será buscado com cortes no que considera despesas excessivas da atual administração.
“ O ajuste fiscal nosso será focado nos excessos do governo , naqueles absurdos”, disse.
Como exemplos, mencionou supostas remunerações de R$ 200 mil mensais no serviço público e criticou a estrutura de 38 ministérios .
O economista prometeu ainda reduzir impostos e burocracia para empresários.
PEC da Transição Conforme mostrou a CNN Brasil no último mês, o time econômico de Flávio vislumbra como cenário ideal, caso ele vença a eleição, apresentar uma espécie de nova “PEC da Transição” , com corte de gastos na ordem de R$ 300 bilhões.
O valor é tratado entre interlocutores do candidato como um “número mágico”, a ser defendido já em 2026, para estabilizar a dívida pública, hoje na casa de 82% do PIB.
Seria, na prática, o oposto da “PEC da Transição” apresentada pelo também candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a vitória eleitoral em 2022, quando o petista acertou com o Congresso uma proposta para gastar cerca de R$ 270 bilhões.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.