Porto de Santana vira rota estratégica para exportar soja do Centro-Oeste e do Amapá
Caminhos da Soja: porto de santana vira polo estratégico para exportação do grão O Porto de Santana, no Amapá, se tornou uma rota estratégica para a exportação de soja produzida no Centro-Oeste.
A localização do terminal reduz distâncias no transporte até o mercado externo e atrai produtores e exportadores que buscam diminuir custos logísticos.
A movimentação de soja pelo porto cresceu nos últimos anos.
Em 2021, o terminal movimentou 200 mil toneladas do grão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp De acordo com Edival Tork, diretor das Docas de Santana, em 2025, o volume chegou a 1,2 milhão de toneladas.
A previsão para 2026 é alcançar 1,4 milhão de toneladas.
"A maior parte da soja embarcada vem do Centro-Oeste.
Cerca de 97% do volume chega principalmente do Mato Grosso, enquanto a produção do Amapá deve representar aproximadamente 3%, o equivalente a 30 mil toneladas por ano", afirma.
A localização geográfica explica a expansão da rota.
O transporte da produção do Centro-Oeste até o Porto de Santana evita que parte da carga percorra milhares de quilômetros por terra até outros portos.
Segundo Edival, a rota amapaense pode reduzir em até 30% os custos logísticos.
“Nós temos uma posição estratégica que é muito importante.
Então isso chama os exportadores para nossa região.
Temos os píeres mais disponíveis, sem fila de navios”.
O porto também ampliou a estrutura para atender a movimentação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.