Caminhoneiro compra bilhete premiado de R$ 7,5 milhões da loteria e é processado por colegas do trabalho que exigem parte do prêmio
Um caminhoneiro que ganhou sozinho um prêmio de cerca de R$ 7,5 milhões na loteria voltou a chamar atenção nas redes sociais após uma decisão judicial determinar que ele não precisava dividir o dinheiro com colegas de trabalho.
O caso aconteceu no Canadá e voltou a viralizar em 2026.
Caminhoneiro ganhou cerca de R$ 7,5 milhões na loteria.
Foto: Divulgação A disputa envolveu cinco funcionários de uma empresa de transporte que costumavam participar juntos de um bolão.
Os colegas alegaram que o bilhete premiado fazia parte do acordo entre eles e, por isso, deveriam receber uma parcela dos milhões.
Caminhoneiro comprou bilhete de R$ 7,5 milhões O caso aconteceu em agosto de 2022, quando Mandeep Singh Maan comprou um bilhete de loteria por cerca de R$ 22 em um posto de combustíveis na cidade de Langley, na Colúmbia Britânica, no Canadá.
O bilhete concorria ao sorteio da BC/49, que tinha um prêmio de 2 milhões de dólares canadenses, aproximadamente R$ 7,5 milhões na conversão considerada na época.
Homem usa aspirador robô para descobrir traição da esposa, ganha R$ 100 mil e depois acaba condenado à prisão Três dias depois, Maan descobriu que havia acertado a combinação vencedora.
O caminhoneiro, porém, não contou imediatamente aos colegas com quem costumava participar de apostas coletivas.
Colegas descobriram o prêmio por foto divulgada pela loteria Os colegas só ficaram sabendo da vitória quase duas semanas depois, quando a British Columbia Lottery Corporation (BCLC) divulgou uma foto de Maan segurando o cheque de 2 milhões de dólares canadenses.
Inicialmente, eles o parabenizaram pela conquista, mas depois passaram a questionar se o bilhete deveria ser dividido.
Empresa demite 250 funcionários e fecha central de atendimento O grupo entrou com uma ação na Justiça alegando que o prêmio pertencia a todos.
Segundo os colegas, havia um acordo para que os cinco participassem conjuntamente das apostas e dividissem eventuais premiações.
Bolão não tinha contrato escrito A Justiça analisou como funcionava o acordo entre os trabalhadores.
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