Polícia investiga 18 ataques com drones usados por facções criminosas no Rio
Polícia investiga 18 ataques com drones feitos por facções criminosas, no Rio A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga 18 ataques cometidos com drones por facções criminosas.
Segundo as investigações, os grupos passaram a investir não apenas no uso dos equipamentos para monitorar territórios, mas também em tecnologias capazes de dificultar o rastreamento e impedir ações de grupos rivais.
ENTENDA: Drones com explosivos viram nova arma na disputa entre facções no Rio de Janeiro Imagens feitas pela polícia mostram dezenas de pessoas participando de uma aula sobre como operar drones.
Os professores, segundo os investigadores, eram traficantes.
A atividade ocorreu em uma comunidade controlada pelo Comando Vermelho.
Em diferentes comunidades do Rio, os drones passaram a fazer parte da disputa pelo controle territorial.
Os equipamentos são usados para vigiar áreas, identificar a movimentação de grupos rivais e definir o momento de invasões.
Em alguns casos, também são utilizados para lançar explosivos contra integrantes de facções adversárias.
A tecnologia também passou a ser usada pelos criminosos como forma de defesa.
Para evitar o monitoramento e ataques de grupos rivais, traficantes começaram a utilizar equipamentos capazes de identificar a presença de drones e interferir no funcionamento dos aparelhos.
Neste mês, a Polícia Militar apreendeu um dispositivo que alerta para a presença de drones sobrevoando determinada região.
Em outras operações, agentes encontraram equipamentos antidrones capazes de interromper o sinal utilizado pelos aparelhos.
Há ainda dispositivos que, segundo as investigações, conseguem identificar a presença do drone e apontar a localização do piloto.
Guerra dos drones: como funcionam os equipamentos usados por criminosos para lançar explosivos no Rio Número de denúncias aumenta Dados do Disque Denúncia mostram o crescimento dos relatos envolvendo drones operados por traficantes e milicianos no estado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.