quarta-feira, 26 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

Polícia tenta identificar 5° envolvido no linchamento de Cláudio Rafael; imagens mostram homem dando chutes na cabeça

G1 ·
Polícia tenta identificar 5° envolvido no linchamento de Cláudio Rafael; imagens mostram homem dando chutes na cabeça

A Polícia Civil tenta identificar um quinto agressor que aparece em novas imagens dando chutes na cabeça de Cláudio Rafael Landeiro, de 37 anos, espancado até a morte após ser acusado injustamente de roubar uma bicicleta em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Quatro pessoas já foram presas pelo assassinato: dois seguranças e dois entregadores, que respondem por homicídio triplamente qualificado.

Nesta terça-feira (25), a polícia ouviu cinco pessoas durante a investigação.

Entre elas estão três comerciantes de Copacabana, donos de um bar, um restaurante e uma farmácia. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo a investigação, eles contrataram de forma irregular os seguranças Davi Santos Machados e Jorge Luiz Ricardo Dias, presos por participação nas agressões.

Seguranças e entregadores agridem Rafael em frente a prédio de Copacabana.

Reprodução/TV Globo/Fantástico Comerciantes pagavam R$ 120 por segurança Os comerciantes afirmaram em depoimento que pagavam R$ 120 por semana a um homem que seria responsável pelo serviço de segurança da região.

Eles não são apontados como participantes diretos do assassinato, mas são investigados por possível contribuição para a atuação de uma segurança privada clandestina no bairro.

“A gente está investigando a participação deles no exercício ilegal da profissão, para entender até que ponto eles estavam fomentando essa segurança privada clandestina que agia aqui em Copacabana”, afirmou o delegado Ângelo Lages.

Filho de comerciante presenciou agressões João Cleber Santiago, filho do dono do bar, também prestou depoimento.

Ele presenciou as agressões contra Cláudio, mas não interferiu para impedir a violência e é investigado por possível omissão de socorro.

Segundo João Cleber, ele pediu insistentemente para que Davi não atingisse Cláudio na cabeça.

Ainda de acordo com o depoimento, entregadores que estavam no local incentivavam as agressões e faziam ameaças e xingamentos contra a vítima.

A funcionária do bar Rayane de Souza Batista Silva, que teria entregado um porrete ao segurança Davi, também foi ouvida.

Ela pode responder por lesão corporal.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›