Sardinha enlatada tem metais pesado como o mercúrio? Especialista explica propriedades e segurança no consumo desse alimento
A sardinha em conserva é um alimento prático e barato.
Existem, no entanto, dúvidas em relação às suas propriedades nutricionais e sobre a segurança na hora de consumi-la.
Segundo a nutricionista Aline David, a sardinha enlatada não perde nutrientes em seu preparo.
“Existe o mito de que o produto perde propriedades na embalagem, mas a verdade é que ele é saudável, cheio de sabor e traz facilidade para a rotina”, afirma.
Além disso, esse produto é livre de metais pesados, como o mercúrio, já que a espécie tem ciclo de vida curto.
“Isso a torna uma fonte diária totalmente segura de proteínas de alto valor biológico e gorduras boas”, aponta a profissional.
Leia Mais Norma federal ameaça linguiça centenária de Blumenau “Canetas do Paraguai” têm conteúdo incerto e podem causas doenças Estudo aponta que proteína celular pode combater avanço do câncer; entenda A sardinha é rica em ômega-3, além de outras vitaminas e minerais, que são preservados em sua cocção.
A estrutura metálica atua como uma barreira protetora que mantém a alta densidade nutricional do item.
O cozimento é feito em alta temperatura e o selamento hermético elimina a necessidade de aditivos artificiais, o que torna o alimento ainda mais saudável.
Um fato curioso é que as espinhas são comestíveis, além de serem ricas em cálcio.
“Por ser consumida por inteiro, a opção enlatada chega a entregar mais cálcio do que o produto in natura grelhado, oferecendo a mesma quantidade de ômega-3 com muito mais praticidade no dia a dia “, explica Aline.
As sardinhas enlatadas também são fontes de proteína: uma porção de 100g oferece 17g, superando opções mais consumidas como ovos ou queijos, facilitando o aporte diário que o corpo precisa.
Mesmo que seja enlatado, é importante que o alimento seja consumido em no máximo 48h após aberto.
A nutricionista afirma que o produto não deve ficar na lata original se não for consumido.
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