Motorista precisava levar o carro quebrado até uma oficina, ao descobrir o preço do guincho, decide puxar o veículo com uma corda, usando outro automóvel, é parado por fiscalização e policial explica por que esse tipo de reboque vira infração
Usar corda para rebocar outro carro pode parecer uma solução rápida, mas há riscos e uma exceção para emergências
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Um motorista precisava levar um carro quebrado até a oficina, mas desistiu de contratar um guincho após descobrir o preço do serviço. Ele amarrou o veículo a outro automóvel com uma corda e iniciou o trajeto. Durante a fiscalização, o policial explicou que rebocar dessa maneira é proibido, salvo em uma situação emergencial e pelo tempo necessário para eliminar o perigo.
O Código de Trânsito Brasileiro proíbe rebocar outro veículo com cabo flexível ou corda, exceto em casos de emergência. O descumprimento é classificado como infração média, sujeito a multa e quatro pontos na habilitação. A existência de dois motoristas e o uso do pisca-alerta não tornam regular o deslocamento até a oficina.
O problema está na falta de uma ligação rígida e controlada entre os automóveis . Quando o veículo da frente reduz a velocidade, a corda perde tensão. Em seguida, pode esticar de forma repentina, provocar trancos, romper os pontos de fixação ou fazer o carro rebocado atingir a traseira de quem o puxa.
A exceção está relacionada à necessidade imediata de retirar um veículo de uma posição perigosa, como o meio da pista, um cruzamento ou outro ponto que exponha os usuários a acidente. Nessa hipótese, o deslocamento deve se limitar ao necessário para alcançar um local seguro, sem transformar a medida emergencial em uma viagem completa.
Verifique se a permanência do veículo naquele ponto representa risco imediato para outros usuários da via.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.