Homem amarrado a poltrona de avião durante surto: “Não me lembro de nada”
Na audiência judicial ao qual foi submetido, uma dia após ter sido amarrado com fita adesiva a uma poltrona, após um surto durante um voo da American Airlines, nos Estados Unidos, Layne Lundeen, de 67 anos, afirmou que não se lembra de nada do que aconteceu.
O norte-americano Layne Lundeen, de 67 anos, que foi amarrado com fita adesiva a uma poltrona , após um surto dentro de um avião da American Airlines, diz que não lembra de nada do que aconteceu no voo.
O homem participou de uma audiência judicial, em 4 de setembro, um dia após o surto durante um voo entre os aeroportos de Dallas-Fort Worth e de Newark, em Nova Jersey.
A aeronave precisou ser desviada para o aeroporto Thurgood Marshall de Baltimore/Washington em um pouso de emergência, após o homem ter sofrido um suposto ataque de fúria , em meio a insultos intolerantes.
“Não me lembro de nada do que aconteceu […] Eu agredi um policial? É isso mesmo que está escrito? Eu não tenho meus óculos. […] Meu Deus, que bagunça… Não me lembro de nada disso”, afirmou na audiência, segundo o Baltimore Banner.
Passageiros que testemunharam o episódio disseram à imprensa internacional que Lundeen desrespeitou verbalmente outros passageiros e membros da tripulação com insultos racistas, machistas e homofóbicos, além de ter tentado agredir um homem que estava sentado ao seu lado e uma mulher que tentou intervir.
Ele ainda teria acordado um passageiro que dormia e perguntou a outra pessoa se ela amava Jesus.
Questionado pelo comissário do tribunal distrital George Haag, no Centro de Detenção de Jennifer Road, sobre o que o trazia a Maryland, o homem respondeu: “Vim para a cidade de Nova York.
Não sei como fui parar em Maryland.
Eu deveria ter pousado em Nova Jersey.” Lundeen disse que estava viajando para ajudar uma das filhas a se mudar para um apartamento novo.
Também era aniversário dela naquele dia.
Após o relato, o comissionário liberou o homem com a condição de comparecer aos atos processuais e que ele se abstivesse de álcool e drogas ilegais.
Um julgamento foi marcado para 19 de outubro.
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