Zema, Renan e Caiado chamam de 'eleitoreiro' reajuste do Bolsa Família
"Ninguém é contra apoiar quem mais precisa, e o valor do Bolsa Família deve proteger quem vive em vulnerabilidade. Mas aprovar R$ 5,8 bilhões de reajuste a 17 dias da eleição escancara o uso eleitoreiro do programa", escreveu Caiado na rede social X.
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Caiado acrescentou: "A dívida do país está no vermelho. É um desgoverno que rifa o futuro do país sem o menor pudor".
Zema seguiu na mesma linha. "Esse reajuste do Bolsa Família é uma medida eleitoreira que mostra o desespero do Lula depois de perder a liderança nas pesquisas do segundo turno", afirmou Zema.
O candidato do Novo acusou o presidente de agir de forma irresponsável diante da situação fiscal do país. "Lula age de forma irresponsável, aprofundando a catástrofe nas contas públicas do Brasil, comprometendo mais R$ 22 bilhões para tentar comprar o voto do brasileiro que o PT deixou na pobreza nos últimos 20 anos", declarou. Zema.
Zema disse ainda considerar o Bolsa Família uma política pública importante, mas defendeu que o programa seja acompanhado de medidas destinadas à inserção dos beneficiários no mercado de trabalho. "Podemos até pagar mais para quem precisa cuidar de crianças ou de idosos, mas o essencial é construir uma porta de saída dos programas sociais por meio do emprego", afirmou. Zema também defendeu qualificação profissional para os beneficiários.
O candidato Renan Santos (Missão), por sua vez, chamou o reajuste de 15% no Bolsa Família de medida "populista e criminosa" e afirmou que irá acionar a Justiça Eleitoral para derrubá-la.
"Estou entrando agora na Justiça Eleitoral para derrubar essa medida populista e criminosa do Lula. Os demais não vão fazer isso porque são medrosos e têm medo de se indispor com esse eleitor que o Lula está comprando. Eu não tenho medo. Eu sou um líder que agirá de maneira correta nos momentos mais duros", afirmou Renan Santos, em publicação no Instagram.
Renan Santos afirmou ser contra os aumentos que considera "absurdos" em benefícios. "Só vai receber bolsa família quem precisa, estritamente. Quem pode trabalhar, vai trabalhar e eu vou criar frente de trabalho. É isso que brasileiro sério faz. Eu respeito quem paga a conta", disse.
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