Justiça condena pastor de BH a dois anos de prisão, em regime aberto, por importunação sexual
Justiça condena pastor Marco Aurélio da Silva Aires a dois anos de prisão, em regime aberto, pelo crime de importunação sexual.
Redes sociais A Justiça condenou o pastor Marco Aurélio da Silva Aires a dois anos de prisão, em regime aberto, pelo crime de importunação sexual.
Ele atuava na Igreja Pentecostal Gideões de Fogo da Última Hora, no Bairro Jardim Vitória, na Região Nordeste de Belo Horizonte (relembre o caso mais abaixo).
De acordo com a sentença, o líder religioso se aproveitou da posição de autoridade que exercia sobre os fiéis para cometer o crime dentro do templo religioso.
Na decisão, o juiz destacou que Marco Aurélio era visto pela comunidade como um "ungido do Senhor" e, por isso, não era questionado pelos frequentadores da igreja.
Na época, pelo menos sete vítimas registraram queixa.
O magistrado também afirmou que o pastor mantinha uma postura manipuladora e utilizava a palavra religiosa para persuadir as vítimas.
Durante o processo, a defesa apresentou um laudo psicológico para tentar demonstrar que o réu não possuía perfil de abusador.
O argumento, no entanto, foi rejeitado pela Justiça, que considerou as provas do caso claras e suficientes para a condenação.
As denúncias contra o pastor foram mostradas pelo g1 em 2025.
À época, pelo menos seis mulheres procuraram a polícia para relatar supostos abusos cometidos pelo líder religioso.
Agora no g1 Além da pena de prisão, Marco Aurélio foi condenado a pagar R$ 10 mil por danos morais a uma das vítimas.
Segundo a decisão, ele promoveu uma campanha de difamação contra a mulher entre os frequentadores da igreja.
Como respondeu ao processo em liberdade, o pastor poderá recorrer da sentença sem ser preso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Minas Gerais.